<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755</id><updated>2011-07-07T13:12:44.141-07:00</updated><category term='aquedutos'/><category term='Pontes'/><category term='Terras de Portugal'/><title type='text'>Os meus interesses JM</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-2068827859069006257</id><published>2011-03-30T09:39:00.000-07:00</published><updated>2011-03-30T09:43:25.105-07:00</updated><title type='text'>Nem eu sei porquê</title><content type='html'>Estava aqui deitado na cama em frente ao computador quando, de repente tive vontade de fazer uma página, a minha irmã, a minha avó e a minha mãe estão na cozinha enquanto eu estou aqui a tentar arranjar uma boa posição para me deitar, e estou agora a publicar, ai, foi uma rima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-2068827859069006257?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/2068827859069006257/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=2068827859069006257&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/2068827859069006257'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/2068827859069006257'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2011/03/nem-eu-sei-porque.html' title='Nem eu sei porquê'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-5961661323274390643</id><published>2011-03-25T07:30:00.000-07:00</published><updated>2011-03-25T07:42:36.148-07:00</updated><title type='text'>Uma gigante</title><content type='html'>Isto são oito capitulos de uma história que comecei e ainda não acabaei, quando acabar, mando outra parte mais ou menos igual até a história estar terminada, esqueci-me de dizer uma coisa, iniciei esta história já há cerca de oito meses e só agora é que voltei a pegar, o seu titulo é o seguinte: Nuno, Safira e Anha na Ásia, espero que gostem, xau e a história vem aí:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capitulo I - Um fim-de-semana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viviam familiares de Anha espalhados por toda a Ásia, mais especificamente no Norte do Japão e na Sibéria, lá para os lados de Novosibirk, pois em Portugal não havia sítio suficiente para trabalhar e, com muita pena, tiveram de partir. Anha nunca chegou a conhecer os seus antepassados, pois foi adoptada aos 5 anos.&lt;br /&gt;Agora, Anha, Nuno e Safira estavam na Ásia para os irem visitar e para passarem férias.  Encontravam-se em Xangai, instalados num hotel perto do rio que dividia a cidade em duas partes, uma com mais apartamentos que outra.&lt;br /&gt;-Ó Nuno, há aqui uma coisa que não bate certo. Não achas que este hotel é demasiado barato, tão asseado, grande, com boa mobília… Os donos disto não devem precisar de muito dinheiro!&lt;br /&gt;-Tens razão, Safira, é demasiado barato para um hotel com tão boas condições.&lt;br /&gt;Anha observava a conversa e, ao mesmo tempo, pensava que talvez estivesse por ali a filha dos donos do hotel, e que podia tirar tudo a limpo com ela, mas ao mesmo tempo pensava que se calhar estariam na hora de almoço.&lt;br /&gt;-Podem até estar mas, mesmo assim, vou tentar. – disse para si mesma.&lt;br /&gt;Realmente, ela estava lá, mas os seus pais não. Estavam na hora de almoço e a filha estava a vigiar, com um ar concentrado, a entrada do hotel. De repente, recebeu uma mensagem no telemóvel e estava a sair, quando a Anha apareceu e lhe disse:&lt;br /&gt;-Olá!&lt;br /&gt;-Olá! - respondeu - Posso ajudar-te em alguma coisa?&lt;br /&gt;-Gostava de saber porque é que o hotel está tão barato, até dá a impressão que os teus pais não precisam de ganhar mais.&lt;br /&gt;-És a filha da Safira, não és?&lt;br /&gt;-Sou, porquê?&lt;br /&gt;-A tua mãe ontem conheceu os meus pais e, pela descrição que ela fez de ti, adivinhei logo quem tu eras. Quanto à pergunta que me fizeste anteriormente, não costumo responder, mas tu inspiras-me confiança. Mesmo assim, não te posso dizer, mas posso mostrar. Percebi que eras portuguesa, eu sei falar português, mas com pronúncia. &lt;br /&gt;Anha avisou os pais que ia sair por pouco tempo com uma amiga. A filha dos donos do hotel fez um sinal à Anha para que a seguisse, dirigiu-se para a sua casa e, a caminho, disse:&lt;br /&gt;-Não te tinha dito o meu nome, sou a Catarina. &lt;br /&gt;Quando chegaram, a Catarina disse:&lt;br /&gt;-Não se assustem, é a minha nova amiga.&lt;br /&gt;A casa estava cheia de ouro, esculturas, maçanetas, valiosos candeeiros de metal e, por trás da casa, havia um pequeno sítio histórico coberto de pedras. A Catarina não perdeu a oportunidade de dizer:&lt;br /&gt;-O meu pai era engenheiro e, da forma como o nosso país é industrializado, não fazia mal nenhum construir umas barragens, lá para o centro da China. Naquela altura, o país precisava de mais energia e a melhor forma era usarmos a força da água. Por isso, construímos a Barragem das Três Gargantas, no Rio Azul, e o meu pai foi o engenheiro que mais participou na obra. Foi ele que iniciou e deu fim à obra, exercendo ainda a função de mecânico - até soldou as extremidades da barragem. Depois, o trabalho foi-lhe pago com milhões de dólares. Gastou metade do dinheiro em rendas da casa, numa viagem pela Índia, e construiu um pequeno centro histórico, aproveitando vestígios que havia nas traseiras da casa. Para cada vestígio fez-se uma apresentação em Power Point de centenas de diapositivos. A outra metade do dinheiro, ainda não sabe o que fazer com ela. &lt;br /&gt;-E é por isso que têm este ouro todo aqui? – perguntou Anha.&lt;br /&gt;-É, temos no hall uma escultura que pesa cerca de 85 quilogramas, o que corresponde a mais de um milhão de euros. Mas o amor que nos une vence o ouro que temos e as esculturas - isso vale dinheiro, o amor vale todo o nosso coração. Posso estar a falar muito à criança, mas nestas alturas é o melhor que sei fazer.&lt;br /&gt;-O meu nome é Anha, devia ser Ana, mas acrescentamos mais um “h” para se diferenciar do nome da minha prima, que era mesmo igualzinha a mim.&lt;br /&gt;Tive uma aventura em sonho e tinha uma história completamente diferente. A única coisa que é verdade é que nasci no Japão, os meus pais são de países diferentes, e já não me lembro bem, mas eu digo-te, foi espectacular a memória que eu tive naquele momento.&lt;br /&gt;-Vou-te contar a história toda, os meus pais tinham ido visitar algumas pessoas da minha família, que moravam espalhados por toda a Ásia. Somos todos de nacionalidades diferentes porque quando vínhamos embora tivemos de parar num hospital porque a minha mãe estava grávida e eu acabei por nascer no Japão. Vivemos em Portugal mas agora estamos a passar férias aqui e ao mesmo tempo a visitar a minha família.&lt;br /&gt;As duas despediram-se e foi cada uma cumprir a sua função.&lt;br /&gt;A Anha chegou, os seus pais estavam a comer torradas com manteiga e mel, lá na casa o cheirinho àqueles lanches especiais de férias atraía Anha para a cozinha. Havia um jarro com café com leite de mais de meio litro.&lt;br /&gt;-Filha, onde é que andas-te, tentamos-te ligar, não atendes-te, mandamos-te uma mensagem, não respondes-te, espreitamos à volta a ver se estavas perto, fizemos muita coisa mas não soubemos onde é que tu estavas.&lt;br /&gt;-Ouvi a vossa conversa sobre o hotel, despertou-me a curiosidade e fui falar com a filha dos donos do hotel, que se chama Catarina e concluí tudo.&lt;br /&gt;-Coitada da rapariga, ó Anha, já viste bem a rapariga a responder a essas perguntas que só têm haver com a vida dela, isso não são perguntas que se façam. Não achas Anha.&lt;br /&gt;-Bem, podem até ter razão, mas a Catarina mostrou-me a casa com bom gosto.&lt;br /&gt;-Então nesse caso, temos muitas perguntas para te fazer, a rapariga já te conhecia? Como era a casa?&lt;br /&gt;-A rapariga conhecia-me porque ontem conheces-te os donos do hotel e descreveste-me. A casa era, era, não te consigo explicar, tenho de te mostrar a casa, é repleta de ouro, nas luzes, nos puxadores e em muitos outros locais.&lt;br /&gt;-Anha, estás muito confiante para o meu gosto, eu acredito, e tu, Nuno?&lt;br /&gt;-Eu acredito, se os donos não estiverem lá, espreitamos a casa pela janela, se estiverem, esperamos até amanhã de manhã, concordam.&lt;br /&gt;-Ainda com dúvidas limitaram-se a acenar que sim.&lt;br /&gt;Saíram por volta das 4 horas e meia, a Anha guiou-os até à casa que ficava ao virar da esquina, mas que no meio de tantos prédios era difícil a orientação.&lt;br /&gt;Bem! Exclamou o Nuno, ouçam, está aqui toda a gente, ou vocês ficam aqui e eu vou lá atrás à janela, ou vamos amanhã de manhã.&lt;br /&gt;-Bem, nós queríamos ver mas se não pode ser, ficamos, disse a Anha.&lt;br /&gt;-Ainda há outra hipótese, vai um de cada ver as traseiras da casa, tiranos algum tempo, mas é uma maneira de resolvermos o problema.&lt;br /&gt;Nas traseiras da casa estava a Catarina, que cultivava pinheiros bravos como cerca do quintal e da casa, a Anha reparou e quando foi pôs-se na conversa:&lt;br /&gt;-Olá, Catarina, vejo que estás muito atarefada a plantar pinheiros de volta da casa. Posso ajudar-te?&lt;br /&gt;-Não, tens um convite meu para ires de férias comigo ao estado das onde se situa a barragem das Três Gargantas ao pé da barragem numa casa à beira do rio Azul.&lt;br /&gt;-Ok, vou perguntar aos meus pais se podemos fazer a viagem. A casa é grande e tem ouro como esta?&lt;br /&gt;Não, é uma casa pequena com cães e gatos gordos e meigos, são completamente inofensivos. Depois nas traseiras há uma piscina grande e um rio que separa a floresta do deserto.&lt;br /&gt;-Tudo bem, mas vamos conversar lá à frente, nesta altura os meus pais já devem estar com 3 ataques, anda lá.&lt;br /&gt;-Pai, esta é a Catarina, a filha dos donos do hotel, ela convidou-nos a ir com ela de férias para o estado das Três Gargantas. Fala, Catarina.&lt;br /&gt;-Bem, eu depois de amanhã vou de férias para ao pé da barragem do rio Azul e a casa tem lá ao pé um rio com muito leito que separa a paisagem desértica da floresta. Queria convidar a Anha a vir connosco.&lt;br /&gt;-Tudo bem, então depois de amanhã encontramo-nos aqui, combinado.&lt;br /&gt;Naquele momento chegaram os donos do hotel que depois de ouvirem a filha a pedir durante uma hora para ir com Anha, ouviram a conversa com atenção. Depois o pai de Catarina ainda acrescentou:&lt;br /&gt;-Deixe lá essa tarefa para os miúdos, de certeza que podem trocar mensagens pelo telemóvel, não há crise.&lt;br /&gt;Elas começaram logo a trocar números de telefone das pessoas mais próximas, dos pais, dos avós, para caso de emergência, …&lt;br /&gt;-Mãe, a Anha pode dormir hoje na minha casa, por favor?&lt;br /&gt;-Vá lá, mãe, faz-me esse favor?!&lt;br /&gt;Entraram em casa, a temperatura lá de dentro parecia fresca comparada com a quente e abafada temperatura lá de fora, que ultrapassava os 30ºC. &lt;br /&gt;Subiram as escadas que eram construídas de madeira e ouro e lá em cima eram os quartos. &lt;br /&gt;-Descalça-te, Anha, queres jogar ao monopólio comigo? Eu tenho um muito grande, com cartas e notas adaptadas ao seu tamanho.&lt;br /&gt;Está bem, espera um pouco.&lt;br /&gt;Depois de Anha se descalçar começaram o jogo. Agora é que Anha reparava em Catarina, era morena, tinha o cabelo preto como o carvão e muito comprido, era alta e magra e falava Português com pronúncia.&lt;br /&gt;O monopólio estava escrito em caracteres e Catarina lia-os em Português. Estiveram o resto da tarde toda a jogar até as 7 da tarde até os pais de Catarina as chamarem para a mesa.&lt;br /&gt;A sopa tinha bocados de ovo cozido, natas e salsicha muito grossa. Para dar sabor a mãe de Catarina colocou doses individuais de 20 gramas de tomate. A sopa agora parecia uma salada com carne.&lt;br /&gt;Depois da sopa foi o prato que era uma mistura de algas, cenoura, bambu, cogumelos chineses e carnes que disseram que se chamava Família Feliz. Deram uns talheres à Anha e uns pauzinhos à Catarina.&lt;br /&gt;A comida estava boa, comia-se muito na China, e no fim da refeição Anha pediu:&lt;br /&gt;-Essa cena deve ser gira, uma refeição só com pauzinhos, parece fixe, posso experimentar?&lt;br /&gt;A mãe de Catarina, que falava com pronúncia timorense, deu um par de pauzinhos a Anha, e ela não se safou nada mal, só o arroz chow-chow é que teve de ser comido com os talheres.&lt;br /&gt;No fim da refeição os pais de Catarina serviram sobremesa de pudins de baunilha e mousses de chocolate, Catarina acabara a refeição pouco depois de Anha, comeram um de cada e foram lavar os dentes.&lt;br /&gt;Às 22 horas adormeceram, depois de conversarem um pouco sobre as férias que iriam ter na casinha caixinha de fósforos.&lt;br /&gt;A Catarina acordou por volta das 3 da manhã, acordou a sua amiga mesmo à hora certa, começara a ter um pesadelo daqueles que fazem suar.&lt;br /&gt;-Anda, Anha, os meus pais a esta hora estão em sonho profundo e só acordam para aí às 8 da manhã, vamos ver o paquete que trás os senhores do Guiness que vêm visitar a China. &lt;br /&gt;-Tens mesmo a certeza que os teus pais não irão reparar que saímos?&lt;br /&gt;-Para termos a certeza enchemos as nossas camas de almofadas e mesmo que os meus pais vejam, se olharem para a nossa cama irão pensar que sonharam acordados e nem vão confirmar!&lt;br /&gt;-Tens razão, Catarina, quando uma pessoa está ainda meio dormente pensa sempre que isto e aquilo foi sonho. Onde é que vai passar o paquete?&lt;br /&gt;-No rio, em frente à praia.&lt;br /&gt;-Então vamos, nem eu quero perder essa oportunidade que pode ser única na vida, a que hora é?&lt;br /&gt;-Falta meia hora.&lt;br /&gt;Foram, com o barulho a mãe de Catarina acordou, espreitou pela janela e pareceu-lhe ver as duas amigas a irem em direcção à praia. Mas pensou que seria apenas um sonho e decidiu voltar para a cama e fazer um esforço para acordar.&lt;br /&gt;Adormeceu, voltou a acordar e garantiu que estava mesmo acordada, depois foi espreitar a cama e viu as camas ocupadas e pensou que teria sido mesmo um sonho.&lt;br /&gt;Enquanto isso, Anha e Catarina corriam em direcção à praia, quando chegaram foram ao bar que estava aberto a qualquer altura e pediram uma sandes mista, sentaram-se na areia a comer e de repente viram um avião que largava uma manga:&lt;br /&gt;-Guiness daqui a dez minutos.&lt;br /&gt;-Foi num avião parecido com este que eu fiz a maior viagem da minha vida, dei uma volta ao oceano Pacífico, de Este a Oeste, de Norte a Sul, desde o oceano Glacial Ártico até ao oceano Glacial Antárctico – disse a Catarina.&lt;br /&gt;-E quais eram as diferenças deste e desse?&lt;br /&gt;-Aquele era um avião turista, mostrou-nos os glaciares do Norte, na Gronelândia, na América do Norte e na Sibéria e os do Sul, na patagónia, na Antárctida e alguns na Nova Zelândia.&lt;br /&gt;Passado algum tempo ouviu-se pessoas a gritar, algumas crianças a correr e viu-se o paquete, era parecido com um de férias, o palco estava a cerca de 20 km do rio e estava na paragem uns autocarros que os levavam.&lt;br /&gt;-A viagem tinha de ser pequena, este barco não nada assim tão depressa? – perguntou Anha.&lt;br /&gt;-Sim, eles vinham de Cantão, a terceira cidade mais populosa da China, e tinham conseguido uma meia dúzia de recordes. &lt;br /&gt;O barco fazia algum barulho, depressa deixou os passageiros na paragem do autocarro e seguiu.&lt;br /&gt;Estava na hora, faziam-se entrevistas às pessoas em todo o lado, filmaram as amigas Catarina e Anha na praia a comerem sandes, acharam que deviam entrevista-las e uma voz disse:&lt;br /&gt;-Olá, como é estar na praia a ver um paquete ir e vir e os tipos do Guiness a saírem para a paragem do autocarro?&lt;br /&gt;Entretanto Anha olhou para Catarina e exclamou:&lt;br /&gt;-Está a começar a hora das entrevistas – em surdina e para o senhor disse – é bom e confortável, ahhhh, tenho de ir.&lt;br /&gt;Correram para outra parte da praia, pararam num relvado em baixo da auto-estrada e lá à frente havia uma praia, depois de passarem numas plantas com libélulas e moscas chegaram à praia.&lt;br /&gt;A auto-estrada fazia barulho e ali é que se notava como alguns carros passam depressa, passado pouco tempo voltaram para casa e eram 6 da manhã, adormeceram e acordaram às 7:30 h.&lt;br /&gt;Os pais de Anha tinham mandado uma roupa para ela, foram as duas para a casa de banho e vestiram-se.&lt;br /&gt;Os pais de Anha foram-lhe buscar, depois de uma grande aventura com outra pessoa era difícil deixar fosse quem fosse, mas Anha não quis dar má impressão e logo da primeira vez que ficavam juntas.&lt;br /&gt;Era dia, iriam começar a viagem dentro de poucos minutos e Anha telefonou, passado pouco tempo Catarina respondeu:&lt;br /&gt;-Estou – em Chinês – quem fala?&lt;br /&gt;-Catarina?&lt;br /&gt;-Á, eras tu, Anha, já estamos prontos e aqui à vossa espera.&lt;br /&gt;-Estamos aí dentro de cinco minutos.&lt;br /&gt;Chegaram, os pais das crianças cumprimentaram-se, conversaram um pouco e começaram a viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capitulo II - A casa perdida no bosque&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de começarem, Anha queria ir com Catarina e Catarina tinha feito o mesmo pedido aos pais.&lt;br /&gt;Durante a viagem, Anha e Catarina conversavam e comparavam as suas escolas, a da Catarina era Grande, boa mas tinha um ó outro professor que às vezes tinha assim uma atitude errada. A de Anha era mais pequena e muito boa, todos os professores e crianças se conheciam e falavam sobre o dia-a-dia, as disciplinas não eram mesmo um problema o que não acontecia na escola de Catarina, que se ouvia toda a gente dizer que a escola era uma seca.&lt;br /&gt;Passado quase um dia chegaram, a casa era parecida com uma casa assombrada, quando abriram o cadeado do quintal da casa fez: «plaf».&lt;br /&gt;Abriram a porta, uma cobra passou do corredor para o hall e não era muito pequena, lá estava frio e da janela das traseiras podia-se ver o rio Azul na parte da barragem das Três Gargantas. &lt;br /&gt;-Vamos acartar lenha para fazermos carne para o jantar, vamos arranjar espaço lá fora e fazemos uma fogueira – disse a mãe de Catarina.&lt;br /&gt;Todos começaram a ir buscar paus de todos os tamanhos, formas e feitios. De noite jantaram, ouvia-se o som dos grilos no meio do mato, com uma casa com um quintal com um tamanho daquele não é de espantar, era enorme, com mais de 10 hectares e tinha pinheiros que formavam uma mata lá dentro.&lt;br /&gt;Depois do jantar Catarina mostrou a Anha onde eram os seus quartos, todos se deitaram memos Anha e Catarina, olharam pela janela e Catarina mostrou uma cidade:&lt;br /&gt;-Esta é a cidade do mundo aparentemente mais industrializada, tem cerca de 4 milhões de habitantes e eu quero ir um dia visitar, nunca lá fui.&lt;br /&gt;-Só se vê praticamente chaminés a deitar fumo, depósitos de petróleo e postes de electricidade.&lt;br /&gt;As duas dormiram uma má noite, com o barulho das cobras, dos ratos, de todos os insectos que rastejavam pelo chão…&lt;br /&gt;No outro dia levantaram-se, varreram o pó do chão, das paredes e de alguns livros que tinham lá e foram tomar o pequeno-almoço.&lt;br /&gt;-Olhem, há aqui pão para nós, deixa-me lá ver se está em boas condições, deixa cá ver… está horrível, cheio de bolor, e olha Catarina, isto aqui ainda foi quando tu tinhas dez anos, lembro-me perfeitamente quando tu fizeste uma papa com o pão e borraste a cozinha com isso.&lt;br /&gt;Naquela altura a casa, como não tinha sido usada à que tempos, estava uma miséria, algumas esquinas tinham teias de aranha e aranhas de um tamanho que até parecia que se alimentavam de ratos, que seria que as produzia todas?&lt;br /&gt;No fim do pequeno-almoço foram todos arranjar-se, vestir-se, lavar os dentes, prepararam-se para sair e saíram. &lt;br /&gt;Anha e Catarina parecia terem ouvido um barulho, algum insecto a rastejar, com muitas patas, e ao fim ao cabo pensaram ter sido uma Maria café. &lt;br /&gt;-Mãe, podemos ir à zona industrial?&lt;br /&gt;-Também estava a pensar nisso, Catarina, infelizmente não podemos, temos de ir a um continente comprar alguma coisa para o almoço.&lt;br /&gt;-E lá há um continente!&lt;br /&gt;-Tens a certeza?&lt;br /&gt;Ela abanou a cabeça para dizer que sim, saiu disparada a gritar por Anha a dizer que iam à zona industrial. Claro que na viagem queriam ficar juntas, era muito mais divertido para elas estar uma com a outra do que com adultos.&lt;br /&gt;Durante a viagem viram uma montanha com neve, que naquele ângulo de vista tapava a cidade, um túnel pequeno, com cerca de 500 metros de extensão passava a montanha de um lado ó outro.&lt;br /&gt;Em cima nevava mas as temperaturas não eram muito baixas.&lt;br /&gt;Chegaram, só se via fumo a sair das chaminés, depósitos de petróleo e centrais eléctricas, via-se também uma praia de rio que estava com a areia toda preta e condutas de líquidos, perto de cada um dizia sempre: «perigo, inflamável».&lt;br /&gt;Foram a um bar e por sorte não era propriamente um bar, era um restaurante chinês que tinha umas condições extraordinárias, uma pessoa fazia um pedido, uma empregada pedia e eles automaticamente davam.&lt;br /&gt;-Bem filha, nós viemos aqui para irmos ao continente mas parece que com o aspecto deste restaurante é para esquecer. &lt;br /&gt;-Pois mãe, tens toda a razão.&lt;br /&gt;Naquela altura tudo parecia calmo e tranquilo. Na hora do almoço pediram maças com rebentos e gambas. Um helicóptero daqueles que mandavam água para os incêndios estava ali a passar, acertou no sítio errado, numa central eléctrica.&lt;br /&gt;A fábrica explodiu, fez um barulho estranho e formou um cogumelo em explosão.&lt;br /&gt;-Para além daqueles fumos tóxicos ainda vou ter de levar com esta – pensava Catarina enquanto comia o prato que lhe tinham dado.&lt;br /&gt;-Ok, vamos esperar até esta nuvem de fumo sair daqui para irmos á parte dos edifícios. – disse a mãe de Catarina, com pressa&lt;br /&gt;Passado meia hora aquilo saiu, estavam tão atentos a conversar que nem se aperceberam, só Anha percebeu muito mais tarde, às três horas.&lt;br /&gt;Saíram dali, foram à parte dos prédios da cidade. Passaram numa auto-estrada com 4 ou 5 faixas, dependia se era uma subida ou uma descida. Depois foram a um centro comercial que tinha interacções de pisos debaixo da terra porque eram vários edifícios. Era muito maior do que estávamos habituados a ver.&lt;br /&gt;Depois de muito tempo voltaram à casa. Ouviram outra vez o barulho, cada vez mais perto, até mesmo debaixo dos seus olhos, continuaram até ouvirem um grito altíssimo:&lt;br /&gt;-Uma aranha, muito grande, venham ver!&lt;br /&gt;Quem gritava era a mãe de Catarina, todos foram ver, o bicho era enorme, estava a comer um rato e era do tamanho de uma tarântula e tinha umas tonalidades de amarelo, branco, preto e cor de laranja.&lt;br /&gt;-Vou leva-la para a minha colecção de aranhas, só tenho de saber um pouco mais sobre ela.&lt;br /&gt;Não se encontrou nada. Anha disse uma coisa que era para ser uma piada. &lt;br /&gt;-Talvez seja uma mistura de duas espécies de aranha.&lt;br /&gt;No principio foi, durante algum tempo ninguém ligou, à hora do jantar a Catarina voltou-se a lembrar do bicho, onde é que ele deveria estar? Naquela altura decidiu não interromper o pessoal com nojices, ao fim do jantar Anha e Catarina foram-se deitar.&lt;br /&gt;Anha levantou-se, foi acordar a sua amiga mas teve uma surpresa, ela não acordava. Destapou-a e estava repleta de aranhas, depois olhou para a porta e viu uma aranha gigante a entrar-lhe pelo quarto a dentro, o dia transformou-se em noite. Anha ainda tentou fugir mas a aranha agarrou-a pelo pescoço e transformou-se em humana, Anha depois ouviu uma voz:&lt;br /&gt;-Anha, acorda, acorda.&lt;br /&gt;Afinal tinha sido apenas um sonho, um pesadelo, e nesse momento vieram a descobrir que a aranha estava lá no quarto a construir uma teia.&lt;br /&gt;Saíram, naquela altura umas nuvens negras estavam em cima da casa, ninguém ligou muito, depois as nuvens já estavam mesmo por cima daquele local e quando voltaram estava quase a descarregar.&lt;br /&gt;Durante dez minutos estudaram um pouco a aranha, chegaram a uma conclusão, o que a Anha disse por piada era de facto realidade, duas espécies de aranhas estavam na casa e notava-se perfeitamente que aquela era uma mistura das duas espécies.&lt;br /&gt;Anha e Catarina deitaram-se a ler um livro e deixaram-se passar pelas brasas, passado uma hora, ao meio dia o almoço estava pronto, acordaram, vestiram um robe e foram almoçar.&lt;br /&gt;Naquela altura ninguém se lembrou da aranha, ela entrou na sala de jantar e começou a comer os restos do outro dia que estavam ali.&lt;br /&gt;No fim do almoço Anha levou a Catarina às traseiras do quintal, havia três gatos muito gordos e um deles era uma ela e parecia estar grávida. Catarina pegou num gato e disse:&lt;br /&gt;-Este é o que eu gosto mais em termos de pelo, tem riscas pretas e o resto do corpo dele é amarelo e castanho, chama-se Tobias.&lt;br /&gt;Anha pegou noutro e perguntou:&lt;br /&gt;-E este?&lt;br /&gt;-Este é o mais pesado porque é doente, chama-se Manchas, e aquele ao teu lado é uma fêmea e quando viemos para esta casa deram-nos a informação que estava grávida. &lt;br /&gt;Naquela altura começou a chover suavemente e um trovão invadiu o céu encadeando muitas pessoas e animais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capitulo III - A tempestade de Verão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A chuva caía cada vez mais intensamente, a trovoada fazia barulhos irritantes e clareava o céu que estava cada vez mais negro.&lt;br /&gt;-Temos de trazer os gatos para casa, Anha!&lt;br /&gt;Trouxeram, os gatos, com as patas secavam-se e iam para a sala aquecer-se com umas mantas velhas e poeirentas que estavam lá. Catarina acendeu a lareira para que os animais se aconchegassem.&lt;br /&gt;Depois foram lá fora e puderam ver como o tempo estava. As nuvens negras e espessas enrolavam em volta da casa e formavam um furacão que se tornava cada vez maior e Anha ao ver aquilo pensou:&lt;br /&gt;-Isto é um sítio mágico, a casa parece assombrada, nunca vi nada assim.&lt;br /&gt;A lareira estalava, aquecia ligeiramente a casa e aconchegava os gatos, Anha ainda abriu a porta da rua mas um furacão estava mesmo a rodear a casa, era opaco e parecia uma espiral de fumo a rodear uma casa.&lt;br /&gt;À hora do jantar ouviram um barulho parecido com: «plof» e foram lá para fora a ver o que era. Estava a chover granizo e na estrada os carros passavam com os médios ligados. Eram 7 da tarde e no Verão era suposto estar de dia, mas agora estava mais escuro que a noite, o nevoeiro tapava completamente a vista de fora e casa tinha um aspecto de mais assombrada ainda.&lt;br /&gt;Depois começaram a ver uns objectos que se partiram e alguns carros a voar, o nevoeiro e o vento estavam cada vez mais fortes, a natureza estava a dominar o estado das três gargantas.&lt;br /&gt;Anha ainda tentou beliscar-se, não seria outra vez os seus sonhos aventura. Como sentiu dor veio a perceber que estava mesmo acordada, foram para dentro e tiveram uma surpresa quando chegaram, um gatinho estava mesmo aos seus pés.&lt;br /&gt;Foi para a sala que estava mesmo quente e pode ver os gatinhos a mamarem na mãe, e a mãe já não estava assim tão gorda. Anha tentou manter surpresa mas teve necessidade de dar um grito:&lt;br /&gt;-Catarina, anda cá ter comigo, ahhh, ahhh a gata, a gata.&lt;br /&gt;Catarina não tardou muito a vir, tinha acabado de tomar um banho e estava com o cabelo segurado pela toalha. As duas surpreenderam-se quando viram aquilo, não tinham só de tomar conta deles, tinham de tomar conta de gatos.&lt;br /&gt;-São tão apetitosos, mas dão trabalho. – disse a Anha – gostava de ter um bebé fêmea e macho, assim automaticamente podia ter várias gerações.&lt;br /&gt;O granizo tinha-se transformado numa enorme tempestade de verão, o nevoeiro, o vento, tudo o que podia acontecer estava a depositar naquela tempestade chinesa. Desta vez foi Catarina que saiu, um raio cortou caminho e os dois pedaços de terra.&lt;br /&gt;Um dos gatos seguiu a Catarina mas era tarde de mais, porque a terra começou a partir-se em muitos pedaços, milhões deles e a casa ficou num grande. Entre eles havia lava, o gato tentou fugir mas acabou por cair no precipício. &lt;br /&gt;Catarina conseguiu safar-se, olhou para a frente e via uma espécie de desastre natural. Depois viu uma imagem de terror. Uma fábrica nuclear da zona industrial da cidade tinha explodido e movia-se em direcção a eles, por sorte a chuva conseguiu detê-lo e foi para os lados, mas não havia tempo para calmas, um miau pareceu ouvir-se a cair de algum sítio alto, era a gata grávida, mas era tarde de mais, Catarina já não podia fazer nada.&lt;br /&gt;Catarina tapou a cara, por sorte o animal ganhou forças e saltou, colocou uma unha na terra e pôs-se ao pé de Catarina.&lt;br /&gt;Esta ficou muito contente e levou o gato para dentro, já estava enervada com a tempestade quando pensou:&lt;br /&gt;-Eu tenho ali montes de livros, pode ser que um deles me descontrai-a. &lt;br /&gt;Foi tirar um livro sobre magias contra coisas fortes e encontrou uma coisa que falava sobre tempestades fortes, tinha um tipo de letra muito fino, tinha uma espécie de receita que dizia:&lt;br /&gt;-Com álcool lava-se um CD que já não preste, mas o CD tem de ser de uma marca, aurora, e depois rodá-lo num dedo ao pé de um animal.&lt;br /&gt;A tempestade piorava, a barragem transbordava de chuva e os raios eram cada vez mais intensos, demoraram horas até encontrarem o CD de marca aurora, rezaram para que funciona-se e experimentaram.&lt;br /&gt; Deixou-se de ouvir a tempestade num segundo, todos os estragos, todas as fendas do chão, todas as coisas que estavam a voar nos céus voltaram ao seus lugares e as que estavam amachucadas voltaram a endireitar-se, todo o mundo voltou a ser como estava.&lt;br /&gt;-Então, Meninas, está na hora do Jantar, quem quer gambas com rebentos de soja?&lt;br /&gt;-Isso é tão bom, mas agora não, preciso de descobrir uma coisa… Catarina, esta aranha deve mesmo ser duas espécies misturadas, mas uma delas deve ser de tarântula, se não estou enganada esta não está do tamanho normal.&lt;br /&gt;-Olha Anha, aqui tens a resposta, este casal de aranhas tem uma tarântula ou então é uma fêmea que é muito maior que o macho, não deve ser tarântula, esta aranha deve ser apenas uma fêmea um pouco grande, nada de tarântulas.&lt;br /&gt;-Deixa lá, cheira tão bem a gambas que nem quero pensar noutra coisa! - Exclamou Anha.&lt;br /&gt;-Tens razão, vamos para a mesa e deixamos as tarântulas para outra altura, vamos comer as gambas – concordou Catarina.&lt;br /&gt;As gambas eram servidas com rebentos de soja e um molho especial, parecia aquele molho da água do polvo cozido mas tinha outro sabor, sabia a ervilhas, cogumelos e várias espécies de carnes.&lt;br /&gt;Depois das gambas foi servido o segundo prato, a carne, os cogumelos e ervilhas e o molho tinha um sabor parecido, tão parecido que pareceu o mesmo, pareceu a Anha que era o mesmo, depois teve a certeza.&lt;br /&gt;-Anha, que boa invenção do CD de marca aurora que fazia parar as tempestades, estou espantada. &lt;br /&gt;-O quê, encontraram isso no livro que estava na estante? – perguntou a mãe de Catarina&lt;br /&gt;-Sim, encontramos!&lt;br /&gt;-Isso requer uma longa história, quando tinha uns quinze ou dezasseis anos, tal como vocês divertia-me a escrever essas coisas nos tempos livres que passava com a minha irmã da mesma idade, escrevemos tudo o que pensávamos e ocupou um caderno inteiro, mandamos publicar com a intenção das pessoas ficarem ligadas a bruxas e bruxedos, traduziram o nosso livro para Inglês e Português e temos o livro para lermos e relembrarmos os tempos em que éramos crianças.&lt;br /&gt;-Se estão convencidas que fizeram parar a tempestade estão muito enganadas, o livro não fez absolutamente nada, a tempestade parou e por coincidência no mesmo instante que vocês fizeram o que o livro dizia.&lt;br /&gt;Depois do jantar Anha e Catarina puseram-se a conversar, o que é que podiam fazer para descobrir a origem da tempestade, porque não era muito vulgar uma tempestade com neve e com tanta chuva em pleno Verão, foram à Internet a ver se descobriam algo de interessante.&lt;br /&gt;Naquele ano o Baidu tinha instalado uma meteorologia para o mundo automática, afinal a tempestade de Verão era completamente normal, era o efeito da barragem naquele local e a meteorologia até exagerava um pouco.&lt;br /&gt;Estiveram mais um bocado no computador e às 10 da noite chamaram-lhes para que fossem para a cama, fingiram que estavam a dormir mas depois de toda a gente estar saíram da cama e foram espreitar a arrecadação da casa.&lt;br /&gt;Quando lá chegaram a Catarina lembrou-se que era alérgica ao pó e com a ansiedade começou a espirrar.&lt;br /&gt;-Tem calma, as pessoas podem acordar a se isso acontecer estamos tramados. Até parece que ninguém vem cá há cem anos, oiço o barulho das cobras a rastejar e este sítio é horrível.&lt;br /&gt;-Anha, vê onde nos estamos a aproximar, esta escada tem mesmo a forma de um caracol e é construída de pedra. Lá em cima é uma chaminé, o tubo entra nesta escada e onde vai? À, ali é um forno de pão. Nem eu me lembro bem disto, estes 2 anos que não vim cá esvaziaram-me a mente desta casa onde os meus pais foram criados.&lt;br /&gt;-Esta casa é tão grande, é muito maior que a minha e considero a minha gigante, as pessoas que compraram esta casa deviam ser muito ricas! – Exclamou Anha.&lt;br /&gt;-Foi a minha avó, quando os meus pais se conheceram tinham 5 ou 6 anos e começaram a viver juntos, não na mesma casa, nem tinham casa, dormiam tão frequentemente em casa uns dos outros que nem eram considerados nómadas, as duas casas eram muito longe uma da outra.&lt;br /&gt;-Quando a minha avó comprou esta casa os meus pais e seus irmãos foram viver para casa da mãe da minha mãe que hoje é minha avó materna. Éramos da nossa idade, a minha mãe e a minha tia que eram irmãs repararam nesta cave assustadora e nas noites de lua cheia à meia noite vinham para cá e escreviam bruxedos, o que deu origem e um livro, nunca o vi, para acabar com a tempestade peguei nele sem reparam e quando a minha mãe nos explicou comecei a fazer ligações até que agora percebo tudo.&lt;br /&gt;-O que é isto? – Perguntou Anha&lt;br /&gt;-É uma enchada, a minha avó cultivava a terra para dar de comer a vacas que naquela altura viviam nesta casa.&lt;br /&gt;-E isto?&lt;br /&gt;-Isso é um ferro para marcar os animais, como te estava a dizer tínhamos muitas vacas, mais de cem e estavam todas divididas em três partes, as de carne, de leite e as vacas mais mansas que podiam pertencer às duas classes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capitulo IV - A noite está escura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Anha, posso ter esquecido a casa mas tenho outra que vou mais vezes e passo pelos caminhos todos. Queres ir dar uma volta comigo durante a noite?&lt;br /&gt;-Vamos lá, aposto que nos vamos divertir imenso!&lt;br /&gt;-Tenho dois fatos de banho, posso-te emprestar um, vamos tomar um banho numa parte de um braço da barragem que não é influenciado pelos movimentos da barragem.&lt;br /&gt;Depois de devidamente se vestirem ouviram um barulho, era a Safira e estava a ir para o quarto delas porque parecia ouvir alguma coisa, em fracções de segundo taparam-se, esconderam a roupa e apagaram as luzes.&lt;br /&gt;Safira entrou no quarto, como estada tudo apagado e pareceu estarem no sono profundo deu um beijo a Anha e saiu do quarto, pareceu haver ali qualquer coisa e olhou para as duas, depois foi-se deitar e a cama fez “pum”, Safira caiu na cama e adormeceu com as costas destapadas na cama e os pés calçados com chinelos a tocar no chão.&lt;br /&gt;Entretanto Anha e Catarina saíram da cama e de casa muito silenciosas por uma janela para não darem nas vistas.&lt;br /&gt;Chegaram a um bar, por sorte não estava fechado e compraram uma dose de lulas com molho e foram para a água, a temperatura não descia dos 33ºC e o clima, húmido e quente parecia tropical. &lt;br /&gt;-Deixa as lulas aqui na minha mala, nem precisas de vigiar a mala, a meio da noite ninguém passa aqui.&lt;br /&gt;E logo de seguida começaram a mergulhar e uma puxava a outra para dentro de água mas Catarina pôs logo a brincadeira séria:&lt;br /&gt;-Que idade tens?&lt;br /&gt;-Quinze, faço dezasseis depois de amanhã mas já sou mais alta que a minha mãe Safira que tem pouco mais.&lt;br /&gt;Depois de uma hora saíram e apanharam um táxi até um sítio a 100 km, ou seja, duas horas de viagem rurais, depois desse tempo chegaram a um deserto arenoso mas Anha não sabia bem onde estava:&lt;br /&gt;-Lembrei-me agora, quando me perguntas-te a idade esqueci-me de perguntar a tua, quantos anos tens?&lt;br /&gt;-16, fiz no dia 12 deste mês. Olha, lembras-te daquela casa que eu tinha mais memórias do que aquela à beira da barragem, está à frente dos teus olhos.&lt;br /&gt;Explico-te tudo mas temos apenas 20 minutos, gostas da chave da casa? &lt;br /&gt; -Nem gosto nem desgosto, é uma chave como as outras, percebes?&lt;br /&gt;-Sim, mas esta chave para mim e para a minha família tem muito valor, já existe há quase 30 anos, sabes.&lt;br /&gt;-Nota-se perfeitamente porque já está quase toda enferrujada, tens a certeza que a consegues abrir com essa ferrugem toda, acho que precisas de uma ajudinha!?&lt;br /&gt;-Também acho, Anha, se me pudesses ajudar agradecia.&lt;br /&gt;-Então está bem, eu ajudo.&lt;br /&gt;Lá conseguiram, a casa estava em melhor estado que a outra onde eles estavam antes. Via-se os quadros dos antepassados dos avós da Catarina e notava-se perfeitamente diferenças dos nossos.&lt;br /&gt;Aqui ainda estão alguns restos de papa da nossa avó, e servia para nos alimentar e até no tempo da minha mãe.&lt;br /&gt;A emoção desapareceu rapidamente, viram a porta fechar-se com o vento e a chave lá fora e não dava para abrir de outra maneira sem ser com aquela chave.&lt;br /&gt;Bolas! Como será que agora vamos descalçar esta bota?&lt;br /&gt;Ainda por cima já só temos 20 minutos e está-se a levantar outra vez uma grande chuvada e já se vê outra vês relâmpagos.&lt;br /&gt;Nesse momento na casa dos pais da Catarina…&lt;br /&gt;-Safira, vai lá ver se elas estão bem! – aconselhou Nuno. Estão muito caladas para o meu gosto, ainda por cima hoje nem as oiço ressonar.&lt;br /&gt;-Tenho a certeza que sim, deixa-as lá estar sossegadas, por que motivo não estariam bem?&lt;br /&gt;Tenho uma ideia, Anha! A tua avó pôs umas portas para o gato, se coubermos lá podemos sair &lt;br /&gt;Boa, vamos lá.&lt;br /&gt;Ao fim de algum tempo lá conseguiram, mas a chuva bloqueou-lhes o caminho. Eram 6 e meia da manhã quando chegaram a casa. &lt;br /&gt;A Porta bateu, como tinham percebido que alguém tinha ouvido foram para a cama e fingiram estar a acordar.&lt;br /&gt;-Anha, querida, o que foi isso? – perguntou a Safira.&lt;br /&gt;Anha respondeu baixinho:&lt;br /&gt;-Estão todas as pessoas a ouvir-te, não me trates por querida que a Catarina ainda pensa&lt;br /&gt; que sou uma menina da mamã ou o quê, sei lá!&lt;br /&gt;-Deixa-te de criancices, Anha, o que a Catarina pode não gostar é ver-te aqui a descotir comigo, eu não gostava e ficava envergonhada se um amigo meu agisse assim.&lt;br /&gt;-Vou mas é tomar o pequeno-almoço, a mim parece-me que a Catarina está a olhar o mapa, deve estar com alguma ideia, digo eu – disse Anha, enquanto se dirigia para a cozinha, a ver a Catarina a olhar o mapa.&lt;br /&gt;-Anha, aqui estás tu, esta zona da República Popular da China chama-se Xinjiang, se conseguíssemos chegar à sua capital, Ürümqi, íamos por uma estrada que passa em montanhas e rochas até à Mongólia ou Cazaquistão, pois passado cem quilómetros da capital a estrada forma duas diferentes, uma que dá acesso ao Cazaquistão e outra à Mongólia.&lt;br /&gt;-Mas, Catarina, a escola é já daqui a 3 dias, hoje era suposto a família da Anha ir para Portugal, porque ainda tem férias, tu não, e para uma viagem dessas é preciso tempo.&lt;br /&gt;Mas a cada momento que passava a sorte de Catarina ia aumentando: telefonaram para o Encarregado de Educação a dizer:&lt;br /&gt;-Boa tarde, sou a directora de turma da turma 9ºE e venho por este meio informar que a escola de Xangai vai abrir apenas dia 7 de Setembro de 2011 por alguns problemas de funcionamento da escola, com os melhores cumprimentos.&lt;br /&gt;-Está bem, levamos a nossa auto-caravana e vamos fazer a viagem, preferem ir à Mongólia ou ao Cazaquistão?&lt;br /&gt;-À Sibéria – disseram as duas em coro&lt;br /&gt;O carro era apenas de 4 lugares e outro de 5, mas de qualquer maneira não era suficientemente confortável para uma viagem daquelas, então foram para as traseiras, viram a piscina e estava limpa pois anteontem os pais de Catarina tinham mudado a água, então viram o transporte em que iam.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capitulo V - Viagem na Auto-Caravana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A auto-caravana já não era experimentada havia já 2 anos, mas era grande e tinha um grande depósito de água. Os pais de Catarina falaram agora Língua Portuguesa e disseram com pronúncia:&lt;br /&gt;-O depósito cheio, debaixo da mesa tudo com garrafões de água para reserva, também não é preciso, podemos acampar e lá tomar banho com água quente. Camas confortáveis e quentes, pois aquela zona é muito mais a Norte de nós.&lt;br /&gt;Partiram, Anha e Catarina iam lá em cima, na cama a ler um livro em conjunto, em voz baixa e olhavam para a janela e apercebiam-se do que se estava a passar, Anha nunca tinha visto a piscina.&lt;br /&gt;-Bem me tinhas dito que havia uma piscina, mas nunca a tinha visto, afinal é alta, desde 60 cm de altura até 2 m e 45 cm.&lt;br /&gt;-Sabes, já vamos na auto-estrada, vou mas é dormir a cesta, ou então continuar a ler o livro, que mesmo estando em Português continua a parecer interessante, chama-se: “Uma aventura no Ribatejo”.&lt;br /&gt;Já na auto-estrada foram para o andar de baixo e Catarina disse:&lt;br /&gt;-Sabes qual é a coisa mais ridícula que já vi na minha escola, era um recado que dizia uma coisa deste género:&lt;br /&gt;Venho por este meio informar que a turma de 9ºE decidiu organizar uma biblioteca de turma e as regras são as seguintes:&lt;br /&gt;-Cada aluno tem 7 dias para a leitura de um livro&lt;br /&gt;Mesmo sendo um projecto voluntário, cada aluno terá de ler pelo memos 1 livro por cada período.&lt;br /&gt;Se não conseguir ler o livro em 7 dias irás fazer uma 2º requisição e se mesmo assim não completar a leitura ficará proibido de ler mais algum&lt;br /&gt;-Acho isto ridículo porque se fosse professora não obrigaria ninguém a ler, se o fizesse os alunos leriam à pressa e nem se apercebiam das riquezas do livro e nem iriam perceber nada da leitura porque não estão com a mínima vontade de ler e em segundo lugar se me proibissem de ler mais ficava toda contente de conseguir acabar com a leitura sem vontade.&lt;br /&gt;-Bem, Catarina, se me fizessem uma coisa destas a mim, fazia uma revolução como já houve na minha escola onde alguns alunos quando estavam fartos de passar frio durante as aulas acabaram por levar todos uma manta, depois já era a turma e depois…&lt;br /&gt;-Anha, é mesmo isso, se conseguisse ou tivesse alguma ideia para organizar uma revolução na minha escola, ficaríamos vingados daquela leitura maluca, conta-me tudo, quero saber, vá, conta!?&lt;br /&gt;-Dois alunos da turma 9ºD, na altura estava eu no 5º ano, passavam frio na escola e não se conseguiam concentrar na escola, então reuniram-se dois ou três e começaram por trazer uma pequena manta até que todos da turma também tinham e depois todos que na altura andavam no 9º ano e depois todo o 3º ciclo e depois toda a escola, até eu cheguei a levar uma manta…&lt;br /&gt;-Então isto é fácil de resolver, levo alguns folhetos para a escola a dizer: “Não queremos ser obrigados a ler” e espalharmos bem no recreio e no campo da escola, com esta informação em chinês, claro, conseguíamos fazer disto uma grande coisa.&lt;br /&gt;-E depois, ainda podem escrever uma coisa do género de: “Quem concordar reúne-se connosco durante as tardes no campo de jogos, e quem quiser assina aqui, assim, vou fazer um desenho.&lt;br /&gt;-Boa, Anha, as pessoas vão adorar, vou conseguir fazer grande coisa com isto, mas para isso tenho de traduzir para mandarim.&lt;br /&gt;Naquela altura estavam a chegar a Xian porque para conseguirem chegar a uma via rápida tinham de voltar um pouco para Este e passar num túnel muito comprido, um dos rodoviários mais compridos da terra, e estavam a passar lá agora.&lt;br /&gt;As duas comiam comida que a mãe de Catarina tinha feito no forno eléctrico, era uma espécie de folhado mas com legumes e de muito longe em longe carne picada.&lt;br /&gt;Tinham saído do túnel, estavam na cidade, estavam agora na fila para passarem mas não se importaram, estavam agora a beber um chá com açúcar e ofereceram uma dose pequena de café ao Nuno, que tinham trazido de Portugal. &lt;br /&gt;Estava agora a mãe da Catarina ao volante, Catarina e Anha estavam agora a fazer desporto numa bicicleta imóvel que estava no sótão da auto-caravana.&lt;br /&gt;Nuno tinha trazido um computador e agora estudava para um site que tinha feito que servia para criar outros sites mas de uma forma simples, não sites profissionais, sites de fazer em casa, como os do Google Sites.&lt;br /&gt;Depois entraram numa rua suja, com prédios altos e caixotes do lixo que transbordavam, gatos e cães abandonados pegavam em espinhas de peixe na boca e metiam-se em pequenos buracos na estrada.&lt;br /&gt;Viam-se carros parados e ecopontos, mas tudo muito sujo e até descobriram um rasto de vidros e de ferramentas que iam dar a uma garagem, dos dois lados só havia garagens, mais nada, nadinha.&lt;br /&gt;-Esta rua é apertada e desagradável, mas tem poucos metros de extensão e logo a seguir tem um sítio melhor – disse Catarina.&lt;br /&gt;Quando saíram da cidade começaram a entrar numa paisagem desertificada, apenas com lagos e algumas árvores, mas a temperatura exterior era apenas de 25ºC, frio para um deserto, ainda por cima muito arenoso.&lt;br /&gt;-Parece um verdadeiro oásis. Tal como li em alguns livros que falam sobre a China – disse Anha enquanto caminhava para ir buscar um livro.&lt;br /&gt;Catarina estava a ficar com sono e com fome, sentou-se num lugar a ver o caminho e ao mesmo tempo a ler uma revista, Anha reparou que havia material de costura e começou a fazer malhas com uma agulha com um gancho, e ensinou a Catarina.&lt;br /&gt;-Tens a certeza que a tua mãe não se importa que estejamos a usar o material dela? – perguntava Anha, enquanto iniciava uma camisola em Tricô&lt;br /&gt;-Tenho, a minha mãe tem isso guardado há anos, tem uns 10 novelos e tenho a certeza que tem novelos suficientes para fazer um trabalho – respondeu Catarina, confortando a sua amiga.&lt;br /&gt;O deserto acabou, de seguida a temperatura começou a ficar mais baixa até aos 16ºC, estavam a dirigir-se para Noroeste, de seguida começaram a sentir anoitecer, precisavam de ir tomar um banho.&lt;br /&gt;Pararam numa pequena cidade e acamparam. Já tinham feito um bocado da viagem, estavam agora a tomar banho. Safira e os pais da Catarina tinham-nas convencido a tomar banho separadas, mas a opinião dos adultos foi-se por águas abaixo porque quando deram conta já elas estavam na casa de banho a conversar.&lt;br /&gt;-Então, queres dizer que a cidade de onde nós estamos chama-se Jinchang, certo – perguntava Anha dizendo o nome da cidade em Chinês Mandarim&lt;br /&gt;-Sim, mas não conhecia aqui nenhum parque de campismo, deve ser recente, não o conhecia.&lt;br /&gt;Saíram, dirigiram-se ao restaurante só que estava fechado, como ainda era 8 horas da noite e ainda se via o pôr-do-sol foram de novo para a auto-caravana e cozinharam, fizeram arroz Chow-Chow com fiambre, ervilhas e ovos mexidos com óleo de soja.&lt;br /&gt;Depois Anha reparou que na auto-caravana havia umas bicicletas e andaram durante meia hora. Quando chegou a noite pediram a Safira se podiam estar lá fora e esta deixou, descalçaram-se e enfiaram-se numa cama feita de um saco cama e duas almofadas, tinham-se instalado numa parte do parque própria para auto-caravanas e que tinha também tendas mas grandes, para umas 4 pessoas.&lt;br /&gt;Como aquele sítio não era arborizado o suficiente para todas as auto-caravanas e tendas grandes acamparem, puseram uma cobertura de rede e troncos a suportar o peso.&lt;br /&gt;Já era meia-noite, foram para dentro e puseram-se a conversar e a ler um livro desta vez chamado “Harry Potter e a Ordem de Fénix” quando Safira adormeceu, elas no patamar de cima achavam que não podiam estar melhores, pelo menos por enquanto, Catarina antes de se ir deitar marcou o livro e disse:&lt;br /&gt;-Estou a olhar o mapa, se formos pelo caminho mais bonito amanhã passamos mesmo junto à fronteira com a Mongólia e passamos por lá numa estrada de faixa única e essa viagem na Mongólia durará 1 hora se tivermos uma média de 50 km por hora.&lt;br /&gt;Adormeceram uma encostada à outra, tiveram um dia complicado, mas uma noite relaxante, o barulho dos grilos embalou-as como uma canção, pouco depois ouviram um barulho, viram que já era dia.&lt;br /&gt;Levantaram-se, dormentes, Nuno e Safira comiam biscoitos molhados em café com leite o que agradava imenso às crianças, Anha sempre se tinha lembrado de comer essas papas feitas pela avó e adorava-as, tinha uns 7 anos quando a sua mãe, Safira, ia trabalhar para outras zonas mais distantes e sempre que chegava ao outro lado do rio telefonava, e nessa altura a avó sempre dizia:&lt;br /&gt;-Está na hora dos biscoitos – mostrando um grande biscoito molhado em leite com chocolate – hoje deve ser o teu almoço.&lt;br /&gt;Nesta altura estavam de novo a partir, pagaram o parque de campismo e saíram, começaram a andar muito depressa, mais de 120 quilómetros por hora e repararam onde estavam, estavam numa recta de auto-estrada e de acordo com o mapa estavam a andar exactamente para Norte, durante o dia estavam sempre a fazer tricô e a ler um livro, aos poucos e poucos bebiam um chá.&lt;br /&gt;Durante algum tempo ninguém falou, estavam a lavar a loiça e a pouco e pouco paravam para despejar a água suja e sempre que precisavam paravam em áreas de serviço para encher o depósito de água. Catarina mostrava o mapa a Anha, pouco depois foram-se vestir e no fim foram comer, desta vez era uma coisa chamada família feliz e cozinhava-se em restaurantes chineses.&lt;br /&gt;A comida era servida em maior quantidade do que em Portugal, tinha menos gordura e era mais saudável, logo depois de comerem Catarina lembrou-se que na mala de Anha estava uma dose de lulas com gambas que tinha deixado e muito silenciosamente, comeu, pois ninguém podia saber que andaram a sair durante a noite.&lt;br /&gt;Quando acabaram de ler o segundo livro, Harry Potter e a Ordem de Fénix Catarina reparou que já estava a falar português nas perfeições, juntas viram a terra que parecia ser ela que estava a andar, mas a pouco e pouco foi escurecendo até que já não se via nada de carros, apenas se via Catarina e Anha presas em garrafões, até que…&lt;br /&gt;-Acorda, estás a sonhar, acorda, estás a sonhar, está tudo bem, Anha, acorda…&lt;br /&gt;Era a Catarina, mais uma vez Anha tinha-se deixado cair em sonhos e eram 3 da manhã, como os adultos perceberam que estavam acordadas vieram ver, mas para grande espanto estavam agarradas uma à outra a dormir profundamente.&lt;br /&gt;-Resultou em cheio – disse Catarina – pensaram que estávamos a dormir e já sei o que fazem eles às 3 da manhã, usam um mecanismo que eu também usei quando era miúda mais nova para aguentar uma viagem de barco pela zona tropical do oceano Indico, na zona da Tailândia.&lt;br /&gt;-Eu também, usam o mesmo mecanismo que os pilotos usam para aguentarem uma viagem, por exemplo, até ao Brasil, pelo oceano Pacifico, quando são vários pilotos aproveitam e descansam enquanto os outros estão a pilotar para ganharem energias para quando chegar a vez deles, certo?&lt;br /&gt;-Sim, uma vez, quando ia numa viagem pela Sibéria dei por um piloto a dormir profundamente encostado ao vidro, ao princípio tive medo, mas depois reparei que estava um outro piloto a pilotar o nosso avião – respondeu Catarina&lt;br /&gt;-Sibéria…Sibéria…Já me lembro, é isso, já nem me lembrava por que motivo eu estava aqui na Ásia, a razão principal desta viagem era visitar a minha família biológica, que nunca cheguei a conhecer – disse Anha &lt;br /&gt;-Agora vamos dormir, até parece que já estamos a chegar, sim, já me lembro desta paisagem, agora é uma parte bastante montanhosa e a temperatura exterior é menor que 10ºC pela altitude, depois descemos um pouco e começamos a ver a cidade, já conversei com os meus pais e arranjei maneira de ir-mos todos a um estado chamado Mongólia Interior, e a uma cidade que é a sua capital.&lt;br /&gt;-Mongólia Interior, lembro-me de uma coisa chamada Mongólia Exterior que é um pais agora Mongólia Interior, nunca ouvi falar – disse Anha&lt;br /&gt;-A Mongólia Interior é um estado da China, onde estamos que faz fronteira com esse tal pais chamado Mongólia Exterior. A Mongólia Interior tem uma população de cerca de 24 milhões de habitantes e a sua capital tem mais que um milhão, a Mongólia Exterior tem cerca de 2 milhões de habitantes. E já lá devemos estar a chegar, esta a clarear e a paisagem já me parece estar mais desertificada, talvez por nos estarmos a aproximar do deserto de Gobi, se as minhas contas estão certas, agora a sua capital fica a 300 quilómetros de distância.&lt;br /&gt;-À Mongólia Interior, o estado? – perguntou Anha, a provar uns bolinhos que a Safira tinha feito numa espécie de forno na auto-caravana.&lt;br /&gt;-Sim, estás a ver aquilo ali, é arenoso, se olhares em volta estás a ver o mesmo, tudo arenoso, isto só pode querer dizer que estamos na Mongólia Interior, olha ali, mesmo a tempo – respondeu Catarina.&lt;br /&gt;Era uma placa, a principio não se percebia bem o que era, demorou algum tempo a ver mas conseguiu-se ver, era uma placa que indicava a fronteira do estado de Beijing com a Mongólia Interior, agora estavam na província de Pequim, a província da capital do país mas depois iriam chegar à Mongólia Interior, em três, dois, um e já lá estavam, o deserto de Gobi, um dos maiores desertos da Ásia.&lt;br /&gt;Passado um bocado estavam na Mongólia Exterior, ainda perto da fronteira com a China, mas com uns 20 quilómetros dentro daquele país. O dia acabou na capital da província de Xinjiang, num hotel que dava para os 6. Anha e Catarina olhavam para lá para baixo, visto que estavam no décimo andar e que ainda havia uns 12 andares para cima, começou a chover…&lt;br /&gt;Safira chegou a um sofá na esperança de beber um chá mas o hotel era alto e abanava, ainda por cima com um temporal daqueles, a chuva era intensa e toda a gente aparecia molhada, alguns até apanharam uma molha total.&lt;br /&gt;Nuno pegou no computador e foi estudar algumas coisas para criar o seu novo site, a chuva entretanto tinha parado, o barulho das pingas era irritante mas por outro lado ajudava Anha e Catarina a dormirem.&lt;br /&gt;No outro dia arrumaram as coisas e foram, o Outono estava cada vez mais aproximado, estavam a chegar à Sibéria e cada vez mais aproximados, iam sentindo o frio a aumentar, na Sibéria mesmo no final do Verão tem temperaturas frias, estava a arrefecer cerca de um grau centigrado por cada 50 quilómetros. Na capital marcava 23ºC e perto da Sibéria 17ºC, uma descida de 7ºC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capitulo VI– Na Sibéria, as riquesas da região Polar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegaram, saíram da auto-caravana mas logo quando saíram uma raposa do Árctico com a pelagem castanha e pouco espessa, como em todos os verões passou a toda a velocidade na estrada de terra e pedras e foi-se esconder nuns tufos de relva à beira de um lago, logo aí perceberam onde estavam.&lt;br /&gt;Estavam na Taiga, a Taiga siberiana, mas numa estrada em pedras, olharam em volta e Catarina percebeu bem onde estava, era a mesma vegetação que no norte de Japão, a norte do estreito de Tsugaru.&lt;br /&gt;Agora estavam outra vez a andar apenas orientados por um mapa, quando andaram muito rápido em estradas de planície onde não passava ninguém e no outro dia chegaram a Novosibirk, Anha saiu do carro porque parecia que via alguém conhecido, e lembrava-se que essa pessoa lhe tinha pegado ao colo.&lt;br /&gt;Ela ia a andar quando tropeçou num sapato, caiu e levantou-se, olhou para cima e alguém se ofereceu para ajudar, era a senhora que ela estava a conhecer, esta disse:&lt;br /&gt;-Estás magoada, eu ajudo sempre quando vejo alguém no meio da rua – mas depois viu que estava a falar português e disse a única palavra que conhecia em Russo – falas Português, mas como te chamas, e de onde vens?&lt;br /&gt;-Chamo-me Anha, Anha e tenho esse nome apenas para me diferenciar com a minha prima, fui adoptada de um orfanato em Lisboa aos 5 anos e só estava lá também mais uma ou duas crianças e então levaram-me a casa de muita gente num dia que estava a trovejar, e cheguei a casa de um Nuno e de uma Safira, e…&lt;br /&gt;-Anha, foi o nome que te deram, eras tão pequenita quando te entregamos a essa família, ainda por cima estás bem, ou céus, sinto tantas faltas desta menina meiga, e eu conheço-te pois fui eu que te levei e te entreguei ao Nuno e à Safira.&lt;br /&gt;-Eu, eu já me recordo de tudo, então foi a senhora que me entregou a esta família, e sabe, por acaso, da minha família biológica? – respondeu Anha, toda contente e emocionada por ter conhecido quem a entregou.&lt;br /&gt;-Eu sei filha, foste posta não no orfanato porque não foste a filha ideal mas porque os teus pais tiveram de passar por muitas dificuldades e enervados acharam que tinhas de partir e seguir a tua vida, os teus pais estiveram a fazer a viagem e fui com eles, agora já têm uns 44 anos mas vão gostar também de vos ver, a tua mãe chama-se Beatriz e está quase a chegar aqui para irmos às compras.&lt;br /&gt;-Beatriz – respondeu uma voz aguda – quem falou em mim, Mariana, acho que encontras-te alguém para conversar, mas é…&lt;br /&gt;-Boa tarde, está tudo bem consigo, é que estava à espera de uma pessoa, é muito urgente e eu tenho de ir, mas espere lá, também fala Português? – perguntou Catarina ainda sem ver o rosto que lhe falava... &lt;br /&gt;-Filha, és mesmo tu, estás bem, pareceu-me que estás, a Mariana contou-me que te adoptaram então fiquei descansada, mas agora que te vejo, quero ver isso nos teus olhos – disse alguém que também parecia muito familiar a Anha.&lt;br /&gt;-Beatriz, nunca vou deixar de recordar este momento – disse Anha enquanto se atirava para dar um abraço à mãe.&lt;br /&gt;Anha despediu-se de Catarina e marcaram um ponto de encontro, Beatriz e Anha foram dar uma volta, a conversar enquanto Safira e Nuno passeavam um pouco por Novosibirk e pensavam no que se estaria a passar com Anha.&lt;br /&gt;-Quando eras pequena, eras a única filha, mas tivemos sérios problemas a nível de trabalho e com muita pena tivemos de te deixar seguir pelo melhor caminho, quis acreditar que sim, estava tudo bem contigo, e parece que afinal não estou muito enganada, estás aqui.&lt;br /&gt;-Estou aqui mesmo para ver alguma família que nunca conheci, foi o objectivo desta vinda aqui à Ásia, e parece que resultou, nem pensei que Novosibirk era onde a minha família estava, deve ter sido conversas da Safira e do Nuno.&lt;br /&gt;Afastaram-se, conversaram, até que Catarina chamou as duas, Mariana também foi e estavam-se a dirigir para Norte, o frio aumentava, mas por outro lado Anha sentia-se muito confortável e à vontade por ter encontrado a mãe, até que chegaram a uma pequena aldeia, onde Mariana e Beatriz saíram.&lt;br /&gt;-Troces-te uma amiga, ela é uma criança? – perguntou alguém mas Anha não sabia quem era, mas tinha alguma recordação de andar com aquela pessoa ao colo quando era mais pequena.&lt;br /&gt;-Esta é a minha filha, deram-lhe o nome de Anha, quando era jovem tive de pô-la num orfanato e teve se seguir o seu…&lt;br /&gt;-És mesmo tu, chamas-te Anha agora, certo, sou a tua avó, andei contigo ao colo mas um dia também percebi que tinhas de partir, ainda nem de tínhamos dado nome, mas por outro lado percebi que estarias feliz, então eu e a Beatriz ficamos descansadas a pensar que estarias bem, e estavas.&lt;br /&gt;-Anha, Anha, estás a demorar-te imenso – Catarina entrou naquele sitio e Anha não tardou a apresenta-la:&lt;br /&gt;-Apresento-vos já a Catarina, a minha nova amiga.&lt;br /&gt;-Catarina – disse a mãe enquanto entrava, em Português – não faças isso, não te faças de convidada, ouviste?&lt;br /&gt;-Não faz mal – disse Anha.&lt;br /&gt;Então todos entraram na auto-caravana e foram passear, cada vez para Norte, mas já passava algum tempo, quando finalmente chegaram ao centro da Rússia era noite, Catarina era a única acordada, chamou a sua amiga e foram espreitar uma coisa rara, já estavam mais a Norte, mas ainda conseguiam ver uma montanha perto da fronteira da Rússia com a Mongólia.&lt;br /&gt;O Norte agradava imenso a Anha, na verdade agradava imenso a todos, estavam num sítio onde se podia acampar, via-se também uns Ingleses que naquela altura, às 11 da Noite que ainda estavam a comer, assavam salsichas, comiam e depois foram para umas tendas, Anha e Catarina observavam-nos.&lt;br /&gt;Houve partes engraçadas, a mais engraçada foi quando as crianças entravam na tenda, e esta mal montada, e montada provavelmente por elas, caiu com os saltos que davam e elas, muito assustadas, perderam a oportunidade de ver um animal muito raro, uma raposa do Árctico1.&lt;br /&gt;1 Uma raposa do Árctico é um animal que vive apenas em regiões polares, na época fria ele tem a pelagem branca e espessa, quando a temperatura sobe e a neve derrete, a sua pelagem fica acastanhada e menos densa.&lt;br /&gt;Nessa noite Anha teve um sonho muito esquisito, primeiro, meia acordada, meia adormecida, olhou para o relógio, depois começou a sonhar…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capitulo VII– O famoso sonho de Anha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco depois estava num país completamente diferente, tinha ervas e encontrava-se sozinha, foi andando…&lt;br /&gt;Três pessoas, encontraram-se num ponto e foram sentar-se, num sítio lá muito perto, para se conhecerem. &lt;br /&gt;-Olá, disse o Nuno, sem saber com quem estava a falar.&lt;br /&gt;-Falas português? Disse a Safira, também sem saber com quem estava a falar.&lt;br /&gt;-Falo, disse o Nuno.&lt;br /&gt;-Olá, eu ia falar contigo em inglês, porque pensava que falavas dessa língua. Como te chamas? Isto disse e perguntou a Safira.&lt;br /&gt;-Nuno, e tu?&lt;br /&gt;-Safira, e tu?&lt;br /&gt;-Anha.&lt;br /&gt;A safira, perguntou ao Nuno:&lt;br /&gt;-Posso saber a tua história?&lt;br /&gt;-Claro que podes. É esta: vim dos Estados Unidos, do Alasca. Nasci no Canadá, aos 15 anos fui para o Alasca porque era mais bonito, por causa das ice caves e das montanhas de gelo. Cabe aqui dizer que gostava muito de neve e de gelo. Aos 29 anos fui trabalhar para o Nuuk. Depois fui trabalhar para Espanha, perdi-me, aluguei um carro e vim até aqui. Sei onde estamos, em Portugal, no distrito de Coimbra. Só não sei em que cidade estamos, ou em que localidade. Bom, continuando com a minha historia. A minha mãe tem 75 anos e o meu pai tem 73. E a tua historia?&lt;br /&gt;-Bem, a minha história é completamente diferente. É esta: vim do Egipto, o meu pai era faraó. Um dia o meu pai pediu a uns agricultores para tomarem conta de mim no campo 3 dias, e um dia eles falaram mal de mim, tentei falar sobre aquilo à minha mãe. A Cleópatra. Se o meu pai ouvisse eles eram chicoteados até à morte. Resultou, mas num sonho meu eles foram chicoteados. O que eu te vou dizer agora podes não acreditar mas tudo o que acontecia nos meus sonhos era realidade. Então fiquei triste com o que aconteceu no meu sonho, que em princípio era realidade, e vim de avião até aqui. E tu Anha?&lt;br /&gt;-Eu vim do Japão. Tenho 10 anos. E a minha Historia é: nasci no Tóquio, nunca saí do Tóquio até que um dia, os meus pais disseram-me que iam só a um café e disseram-me também para eu ficar no carro. Depois viu-os a irem-se embora e disseram-me «adeus Anha» apanhei um avião e vim ter aqui. &lt;br /&gt;-É uma historia um pouco triste, disse o Nuno. Ainda não disse a minha idade, tenho 32 anos. E tu safira?&lt;br /&gt;-Eu tenho 26 anos, está frio, eu tenho um termómetro e lá marcam 35 OC .&lt;br /&gt;-Eu tenho calor disse o Nuno, vamos procurar fruta para comer, estou com fome. A Safira foi com ele, mas mal apanharam um fruto vem uma voz:&lt;br /&gt;-Olá, eu sou a árvore da sabedoria, vocês estão aqui porque a vossa vida não faz muito sentido, não têm missão, vou dar-vos 3 missões. Pois estamos no país dos grandes corações. Não vos vou dar as missões agora, voltam cá à meia-noite sem excepção de ninguém e eu digo-vos a primeira. &lt;br /&gt;Eles foram, conversaram e comeram, mas quando chegou a hora de irem ninguém se apercebeu, só 2 minutos depois, Anha viu no seu relógio as horas e, depois, foram lá cheios de medo, e não encontravam árvore da sabedoria nenhuma, apenas viam muitas arvores velhas, mas depois viram uma mais amarelada que as outras, altíssima, com uns 2 ou 3 metros de grossura, que lhes disse:&lt;br /&gt;-Olá, não se lembram de mim, sou a árvore da sabedoria. Todos a cumprimentaram, e a Anha fez-lhe logo uma pergunta:&lt;br /&gt;-Quantos anos tens?&lt;br /&gt;-Tenho 22, mas os anos das árvores são metade dos anos dos humanos, por isso, na vossa idade, tenho 12. Agora vamos lá à vossa primeira missão, tem de entregar a luz ao povo, quando voltarem, dou-vos outra, mais simples.&lt;br /&gt;Eles foram, passaram muitos perigos e, finalmente chegaram ao sitio onde não havia luz. O Nuno teve uma ideia, era aproveitarem a energia eólica. Construiu um moinho de vento, inventou meia dúzia de esquemas, e lá resolveu o problema. Todo o povo da aldeia saiu de casa e agradeceu ao Nuno. A Safira e a Anha também ficaram orgulhosas. Andaram, passaram outra vez pelos vários perigos e chegaram outra vez à árvore da sabedoria. Ela deu-lhes a segunda missão que era adivinharem o seu futuro.&lt;br /&gt;Pensaram, pensaram, e a Anha teve uma ideia, era irem a um espelho do futuro e verem o seu. A Anha sabia que o espelho mais próximo era a 30 quilómetros.&lt;br /&gt;-Eu, Anha, acho que não temos nada para fazer os tais 30 quilómetros.&lt;br /&gt;O Nuno, a brincar, disse:&lt;br /&gt;-Contenta-te com o que tens, Anha, o que tens são pernas, não te chega?&lt;br /&gt;A Anha, já irritada, respondeu:&lt;br /&gt;-Não!&lt;br /&gt;Lá foram, passaram por mato, uma parte tinha ardido, por isso ficaram com os pés todos pretos, passaram por um lago, passaram por baixo de uma auto-estrada, e por uma serra. Chegaram, o espelho era enorme, e o Nuno foi o primeiro a ver-se.&lt;br /&gt;-O espelho está-me a dizer alguma coisa, mas não percebo o quê, está ali um anjo, uma nuvem, e um paraíso. Já percebi, vou, vou, falecer, mas porquê? Isso o espelho não lhe podia dizer, mas ele estava curioso.&lt;br /&gt;Depois foi a Safira, que estava a mandar-se a um rio, mas também não sabia porquê.&lt;br /&gt;Por fim foi a Anha, que estava à beira de um rio, a chorar.&lt;br /&gt;Todos ficaram curiosos em saber porquê aquilo, anotaram e foram ter de novo com a árvore da sabedoria. Mas ela não falava, apenas tinha um cartão pequenino que dizia «há mais mundos senão este».&lt;br /&gt;Eles sabiam que aquilo era a pista da terceira e ultima missão que tinham de cumprir e sabiam também que teriam de dar essa informação ao povo, que era a missão, mas não sabiam como iriam transmitir a informação. Chegaram ao centro do país dos grandes corações, e desta vez foi a Safira quem teve uma ideia, a ideia dela era escreverem nas pedras, nas árvores, nas paredes, etc…&lt;br /&gt;Pegaram em paus, e escreveram aquela informação nos tais sítios. E resultou, todo o povo leu e ficou a saber mais. &lt;br /&gt;Eles foram a quinta e ultima vez à arvore da sabedoria, que lhes disse:&lt;br /&gt;-Eu, arvore da sabedoria dou-vos os parabéns e isto, a manta da sabedoria é a dadiva verdadeira de uma árvore, que se chama núcleo castanho que serve para se me quiserem visitar, tocarem aqui, guardem-na bem, escondida, para que ninguém vos tire, podem guarda-la no coração, e se me quiserem visitar é só dizerem, eu quero visitar a árvore, entram na dadiva, e vêem ter comigo. &lt;br /&gt;-Obrigado, árvore da sabedoria! Disseram todos em conjunto.&lt;br /&gt;-Continuando, disse a árvore, outros sítios onde a podem guardar, são no pensamento, nas mãos e outro, que não é muito seguro, por isso não vos vou dizer, é arriscado. Agora, querem viver juntos (opção A), ou querem viver separados ir cada um para o seu país(opção B), o que preferem, pensem e quando todos chegarem a uma conclusão, digam-me. Pensaram, pensaram, e depois de cada um pensar chegaram a uma conclusão, preferiram viver juntos e formarem um casal, disseram isso à árvore da sabedoria, e Ela a chorar, disse:&lt;br /&gt;-Espero que tenham escolhido a melhor opção e que se dêem bem, porque não vos disse, mas foram os primeiros a estriar-me.&lt;br /&gt;O Nuno, confuso, disse:&lt;br /&gt;-O que queres dizer com estriar? A árvore da sabedoria respondeu:&lt;br /&gt;Quero dizer com estriar, que vocês foram as primeiras pessoas a falar comigo, eu gostei muito de vocês, principalmente agora, que tive esta conversa emocionante convosco. Mas estou também espantada de gostarem de estar comigo, porque eu, arvore da sabedoria, sei perceber as coisas pelas vossas expressões faciais. Agora xau, e tenham uma boa vida.&lt;br /&gt;-Mas, como é que tocamos na manta e vamos ter aqui? – perguntou Anha.  &lt;br /&gt;-É como um portal.&lt;br /&gt;Despediram-se da árvore e compraram uma carrinha. Combinaram que iam viver para o Egipto, e lá foram, entraram em Portugal, Espanha, e chegaram ao mediterrâneo. Apanharam um barco que também transportava os carros, que fazia o itinerário desde Espanha até a Argélia. Depois apanharam uma estrada no meio do deserto que passava por vários países, e acabava no Egipto. Pararam, alugaram uma casa no cairo e a Safira disse:&lt;br /&gt;- Tenho de ir às compras, tenho de ser eu porque sou a única que sei falar Egípcio. Mas não por muito tempo, amanhã vou-vos inscrever numa escola de egípcio.&lt;br /&gt;Passado meia hora a Safira apareceu tinha montes de comida e já tinha tudo preparado para o Nuno e a Anha irem para a escola de egípcio.&lt;br /&gt;No dia seguinte o Nuno e a Safira foram acordados à estalada, era a Anha que estava com pressa. Estava com pressa de ir para a escola de egípcio, e o Nuno quando acordou de todo também. Vestiram-se, saíram de casa e correram até à escola, sabiam o caminho porque a safira ontem lhes tinha ensinado. &lt;br /&gt;Chegaram lá, a professora estava a fazer a chamada. Quando a professora acabou de fazer a chamada, eles entraram. E a professora disse-lhes:&lt;br /&gt;-Entrem, sentem-se na mesa de trás e tirem os vossos estojos. Como se chamam? Onde moram?  Nuno foi o primeiro a responder:&lt;br /&gt;-Eu chamo-me Nuno, moro no Cairo.&lt;br /&gt;-Eu chamo-me Anha, moro no cairo.&lt;br /&gt;A professora fez-lhes mais meia dúzia de perguntas e apresentou-se. Eles conseguiam perceber o que ela dizia porque tinham os dois um colega de lado que percebeu que eles falavam português, e como sabia falar ajudou-os a professora, em egípcio, disse:&lt;br /&gt;-Eu sou a vossa professora de egípcio, chamo-me Catarina e tenho 19 anos. Como quase todos vocês são crianças vou-vos ensinar egípcio de forma fácil. Um aluno perguntou o que a professora chamava forma fácil e ela respondeu:&lt;br /&gt;-O que eu chamo forma fácil são musicas, jogos, etc…&lt;br /&gt;A professora começou a aula. Disse que hoje iam aprender as 4 palavras mais fáceis de egípcio. Apesar disso o Nuno e a Anha estavam cheios de medo de não conseguirem aprender egípcio, mas pareceu-lhes muito fácil. Fizeram uma ficha de trabalho onde tinham de escrever as quatro palavras que tinham aprendido, apesar de ser ficha era um jogo, e fizeram-no com a ajuda do tal colega do lado.&lt;br /&gt;Quando acabaram a ficha a professora ensinou-lhes uma música em egípcio mas não disse ao Nuno e à Anha o que significava, disse apenas que daqui a algumas semanas eles iam aprender. Acabou a aula, o Nuno e a Anha foram para casa. A Safira estava lá com mais três amigas que nem egípcio, nem inglês, nem português falavam. Era alguma língua que vinha do latim, mas não sabiam qual. Elas despediram-se da Safira e foram-se embora, mas antes dela começar a falar o Nuno diz:&lt;br /&gt;-Que raio de língua que vocês estavam a falar? A Safira, responde: &lt;br /&gt;-É castelhano, a língua que os espanhóis, os argentinos, os mexicanos e muitos outros falam. Não sabias?&lt;br /&gt;-Não! O que vais fazer para o jantar?&lt;br /&gt;-Vou fazer arroz árabe!&lt;br /&gt;- E sabes a receita?&lt;br /&gt;-Sei, está no meu livro de receitas.&lt;br /&gt;Durante alguns momentos ninguém falou. A Anha foi ler um livro, não encontrou esse que queria muito depressa. Procurou, e adivinhem onde estava, na cozinha, misturado com comida, ensacada. Era o único livro que a Safira tinha comprado e a Anha adorava-o. Começou. A Anha começou a ler. O livro falava de um rapaz que fugiu de um orfanato. A Anha já estava no capitulo 6, quando a Safira chamou para o Nuno e ela irem para a mesa. &lt;br /&gt;O arroz tinha um óptimo aspecto, com passas e pinhões, muito amarelo. No meio da mesa havia duas garrafas de sumo, e pão. Porque seria, a Safira explicou logo. Era o primeiro dia que ficavam juntos e a Safira queria que todos se sentissem à vontade. Começaram pela entrada, a Safira distribuiu o pão, logo de seguida deu um pacote de queijo amanteigado a cada um. Depois das entradas, comeram o arroz, era maravilhoso. &lt;br /&gt;O Nuno, a Safira e a Anha estavam na sala a tomar um chá e a conversar. A Anha lembrou-se de perguntar:&lt;br /&gt;- O que estavam vocês a falar no jantar de mudar de casa ou de irmos viver para outros países. Não percebi bem o que estavam a dizer, só percebi 100%do que estavam a conversar. O Nuno explicou à Anha:&lt;br /&gt;- Estávamos a pensar ir viver para outros países, não é agora, é daqui a uns meses. Primeiro íamos viver para o Canadá, depois para o Alasca, e por fim para Espanha, mas se te lembrasses dos caminhos lá no Japão, no Tóquio e isso podíamos também ir viver para lá, o que achas:&lt;br /&gt;-Eu acho bem, mas daqui a algum tempo, quero ter bastantes aulas de egípcio, quero mesmo saber falar dessa língua. A Safira disse:&lt;br /&gt;-Então está combinado, quando acharmos que devemos ir, falamos, arranjamos as malas, e vamos, agora vamos um bocadinho para a rua apanhar ar puro. &lt;br /&gt; Via-se um meteorito a passar, via-se também o por do sol, vermelho, a perder luz. O Egipto, como era praticamente desértico, tinha dias muito quentes, mas noites geladíssimas, estavam menos de 10 graus, e, a Safira teve de comprar pijamas quentes por isso.&lt;br /&gt;No dia seguinte, a Anha levantou-se, o Nuno também. Comeram, despediram-se, e foi cada um para o seu trabalho, mas quando chegaram lá estava tudo fechado, foram para casa, o Nuno e a Anha foram os últimos a chegar, a Safira estava a comer mais uma coisa e disse:&lt;br /&gt;-Olha, Nuno, sabes porque é que não há escola, era sábado.&lt;br /&gt;-Se todos concordassem, íamos daqui ao aeroporto mais próximo, apanhávamos um avião até à patagónia, passávamos um bocadinho por uma estrada no meio do gelo, começávamos a subir, Brasil, México, América, Canadá e chegávamos ao Alasca. Quando lá chegarmos já vai ter passado para aí uma semana, mas pelo menos ficamos a conhecer melhor a minha terra e a minha família.&lt;br /&gt;Então estamos todos de acordo, fazemos a viagem e o aeroporto mais próximo é o de…&lt;br /&gt;Cairo!&lt;br /&gt;Então vamos do de Cairo para o de Punda d’ arenas. Lá deve ser inverno, a neve deve ter aí uns quatro metros de altura e deve ser um ambiente perdido, as viagens são muito difíceis de realizar, mas não vamos desistir, iremo-nos divertir imenso e por isso, vamos ao Alasca.&lt;br /&gt;Saíram, iam cheios de medo que no último minuto alguma coisa fosse correr mal mas não desistiram, enquanto a viagem que demorava umas 6 horas se ia prosseguindo, eles estavam cada vez mais confiantes e calmos, até que adormeceram.&lt;br /&gt;Acordaram com um guincho de alguém a pedir ajuda já na patagónia, vestiram os casacos e começaram, era frio, as temperaturas moderavam os –14ºC e a neve era de cerca de cinco metros de altura, a estrada era de faixa única e a única coisa que queriam fazer era chegar a uma cidade grande para comerem uma coisa boa.&lt;br /&gt;Ao fim de 2 dias de viagem chegaram a Buenos Aires que já não se situava na cordilheira dos Andes. &lt;br /&gt;Aproveitaram para comer bem, porque dês de que tinham chegado à América do Sul ainda não tinham comido um prato que lhes agradasse. &lt;br /&gt;Chegaram ao Brasil, foram até São Paulo e comeram uns bons bifes em Guarulhos e continuaram, a estrada chamava-se rodovia dos imigrantes e tinha em média três faixas para cada lado.&lt;br /&gt;A parte que foi mais fascinante foi o troço dos túneis, e alguns tinham aproximadamente 3.000 metros.&lt;br /&gt;Começaram a andar apenas com a orientação do mapa, se falhassem, estavam feitos. A maior estrada onde passaram era a BR-101, que ligava norte a sul do país, já em Belém aproveitaram para visitar a Amazónia, e isso foi no segundo dia, andaram com calma até aos limites da cidade e puderam ver a floresta. &lt;br /&gt;Depois o Nuno disse que sabia construir barcos e ajudou-os a construir um de bocadinhos de pau e cola da natureza, esta cola da natureza é constituída de aloé vera e relva, faz uma pasta verde que seca dá para colar.&lt;br /&gt;Com uma folha de palmeira remaram e afastavam-se da zona urbana pelo rio Amazonas. Já a quilómetros voltaram para casa e continuaram a viajar.&lt;br /&gt;No terceiro dia fizeram a América Central toda e dormiram numa zona rural mexicana. Era um parque de campismo num bangalou ao pé de uma grande piscina.&lt;br /&gt;No quarto dia foram de avião até a Anchorage (Alasca). Estava frio, uns cinco graus centigrados mas estava sol, o sol absorvia-se nas camisolas deles e disfarçava. &lt;br /&gt;Agora, no Alasca iam visitar a família do Nuno.&lt;br /&gt;Chegaram, era uma casa na zona Sudoeste do Alasca e estavam cheios de frio, a única coisa que os aqueceu foi um aquecedor na dispensa que estava ligado semanas inteiras. Nuno apresentou a família aos companheiros e deitaram-se todos um em cada sofá com três ou quatro mantas.&lt;br /&gt;-Então Nuno, estávamos tão preocupados, o que se passa contigo, onde tens andado.&lt;br /&gt;-Bem, quando fui trabalhar para Espanha, perdi-me, aluguei um carro e fui ter a um sítio chamado país dos grandes corações. Compreendo que esteja a isajerar na fantasia, mas é verdade, acreditem ou não.&lt;br /&gt;A mãe do Nuno sérvio um chá a todos e com açúcar para aqueles que estavam mais stressados. &lt;br /&gt;O chá estava quente e deu para aquecer todos, depois de uma grande conversa concordaram que dormiam lá naquela noite e depois alugavam uma casa perto. O pai de Nuno acrescentou:&lt;br /&gt;-Temos ali um quarto com uma cama gigantesca onde cabemos todos, se cabem cinco quanto mais três. &lt;br /&gt;Naquela altura arrefecera, à noite choveu, nevou e esteve um vento insuportável, na cama de facto estava-se bem, era quente e cada um tinha montes de espaço. No dia seguinte acordaram, conversaram um pouco e levantaram-se.&lt;br /&gt;Era o quinto dia de Outono de 2006 e chovia que se fartava, o granizo dizia que não a quem queria circular na estrada porque fechava as passagens.&lt;br /&gt;-Hoje se calhar ficamos por aqui, o tempo não nos quer ver fora por isso hoje, para variar fazemos-lhe a vontade.&lt;br /&gt;-Tens razão, disse a Anha, e está-se a formar um temporal. &lt;br /&gt;A hora de almoço aproximava-se e a única coisa que erao almoço era uma lata de atum com maionese quente. Mas com o frio que estava não havia melhor. &lt;br /&gt;-Está na hora de irmos a outra zona do estado, na zona central do Alasca o monte Mckinley, é bonito, agora quando a neve se forma, vemos de manhã, castanho, na hora de almoço, dourado e à tarde, branco.&lt;br /&gt;-Podemos ir, concordou o Nuno, e se quiseres até vou eu a conduzir.&lt;br /&gt;Eles formam, o Nuno foi a conduzir a caravana de férias que por acaso era o que tinham levado. Quase adormeciam em camas que lá haviam quando começaram a subir, o carro fez um barulho que fez acordar todos.&lt;br /&gt;A aproximadamente 4.000 metros de altitude começou a nevar, todos embrulharam-se em mantas e cobertores, apertaram o cinto e viram, pela primeira vez, a tal neve que era comum no Alasca, na realidade.&lt;br /&gt;O termómetro marcava -2ºC e a subida cada vez mais a pique era agora um estrada de terra. Estava a cansar Nuno.&lt;br /&gt;-Safira, ajuda-me, preciso que leves o carro até lá a cima.&lt;br /&gt;A Safira não se importou, mas primeiro cria parar num restaurante para comer, ela e os outros estavam cheios de fome e, para sorte de todos a estrada voltou a ser de alcatrão e havia um restaurante lá em cima.&lt;br /&gt;Escolheram um prato tipo chili mas com natas e um bocadinho de café, estava saboroso. Tentearam falar Inglês, o pessoal era simpático e organizado. Quando saíram do restaurante estavam no cimo, lá perto havia uma joga de roupa de inverno e presuntos, coisa que não tinha nada haver mas acabaram por comprar umas pantufas para todos. Eram castanhas e feitas de peles de animais.&lt;br /&gt;Depois olharam para baixo e o que viram era uma descida completamente branca, com pinheiros de cerca de 30 em 30 metros de distância uns dos outros. &lt;br /&gt;Lá em baixo viram uma lagoa congelada que parecia um ringue de patinagem, andaram ali á volta mas depois o granizo e a neve começaram a cair violentamente, a tapar a vista a quem queria chegar a um determinado sítio.&lt;br /&gt;Só encontraram o carro através de indicações que Anha deu, deitaram-se todos menos Nuno e Safira é que conduziam em períodos de descanso e de condução. Eram seis da tarde e não havia melhor coisa para fazer senão ir para casa e preparar um jantar quente, alguma coisa que os recupera-se.  &lt;br /&gt;Ao fim do dia a chuva ia caindo e ao mesmo tempo, com as baixas temperaturas a água que caía no chão formava uma estalagmite de gelo, cada vez mais bicudo.&lt;br /&gt;A comida era uma sopa triturada com lombo de porco, e era servida normalmente em 3 conchas. A mãe de Nuno teve tanto medo do monte Mckinley que prometeu nunca mais por lá um pé.&lt;br /&gt;-Acalma-te mãe, queres que eu te de um copo de água com açúcar?&lt;br /&gt;-Não, obrigado filho está tudo bem comigo, só estou um bocadinho nervosa.&lt;br /&gt;Ao fim de um dia tão atarefado a única coisa que lhes apetecia fazer eram deitarem-se, dormirem e recuperarem do cansaço. &lt;br /&gt;No outro dia acordaram, destaparam-se, foram ver o tempo lá fora e a neve estava em camadas grossas, tão grossas e rijas que não davam para mexer. Não era neve fofa que se podia brincar, era como cimento seco, era muito difícil de escavar.&lt;br /&gt;Nuno ligou a televisão e ouviu uma noticia que o fez ficar desesperado:&lt;br /&gt;-O Alasca tem passado um mau bocado por baixas temperaturas, na zona Norte e Sudeste as temperaturas podem atingir os 12 graus negativos, já se contaram 7 estradas cortadas e pelo menos 12 vão ser cortadas dentro de 5 dias, obrigado.&lt;br /&gt;Nuno avisou os pais, Safira e Anha, nos primeiros minutos parecia mentira, saíram e um estalagmite enorme formava-se à entrada, já com uns bons 30 centímetros. Da porta para fora os pinheiros estavam agora com outro aspecto, a dez quilómetros da cidade mais populosa do Alasca, com a neve estava agora uma verdadeira floresta.&lt;br /&gt;O nevoeiro e a trovoada dominavam o tempo que era agora uma verdadeira preocupação. Pum, ouvia-se a trovoada, puum, ouvia-se mais de perto, puum puuuum, ouvia-se agora por cima da casa.&lt;br /&gt;Começaram a andar, via-se 2 ou 3 pessoas de kispo apertado e o seu andar fazia um rasto na neve, tinham sorte porque o rasto do carro fazia sinal de saída a todos aqueles presos na neve.&lt;br /&gt;-Bem, disse pai de Nuno, vamos almoçar um bom arroz de polvo num restaurante dum amigo meu, está sempre cheio, mas hoje não há outra hipótese. &lt;br /&gt;Naquele dia tiveram sorte porque o restaurante estava vazio, o arroz de polvo era servido em doses enormes, congeladas e aquecidas e que tinham muito louro para dar sabor. Era bom.&lt;br /&gt;Depois foram a Anchorage e Nuno disse:&lt;br /&gt;-Vamos dar uma volta, tenho de me ir embora, já há montes de tempo que não vou à escola de Egípcio. E a questão nem passa por aí, o pior para chegar-mos ao aeroporto correcto temos de percorrer o continente americano todo.&lt;br /&gt;Nuno, só quero que conheças algumas coisas aqui no Alasca, aqui à frente existe um café onde eu vou nos dias mais quentes, e ali existe uma loja de roupa, queres dar uma espreitadela?&lt;br /&gt;-Vamos lá, disse o Nuno.&lt;br /&gt;Foram, o pai de Nuno foi à frente porque a loja era enorme e tinha uns 5 pisos subterrâneos e o da roupa era o 4º por cima do nível médio da terra. Cada piso era enorme, com uns 300 metros de comprimento e 150 de largura.&lt;br /&gt;Embora isso só tinha uma pessoa em cada 1 ou 2 pisos e o que tinha mais era o dos restaurantes, mas mesmo assim tinha um ar pobre e era o piso nº -3.&lt;br /&gt;A roupa de Verão parecia que era de Inverno e, de Inverno, mesmo a interior era mais quente que os casacos normais e os casacos eram exageradamente quentes e espessos. &lt;br /&gt;-Olá, Lucy, este é o meu filho, o Nuno e eles são rrr...rrr… Hó Nuno, explica lá quem são estas pessoas, que eu não consigo.&lt;br /&gt;-Bem, digamos que são membros novos da minha família. Disse o Nuno.&lt;br /&gt;Nuno estava com pressa, mas estava fascinado com aquelas roupas enormes e espessas. Naquela loja, por maior que fosse todas as pessoas se conheciam, Lucy tinha uma amiga chamada Julie e as duas eram magríssimas.&lt;br /&gt;Quando saíram, Safira lembrou-se de perguntar:&lt;br /&gt;-Elas são tão magras, sempre foram assim?&lt;br /&gt;-Elas não têm nada haver mas são irmãs, naquela geração todos são assim, a Julie tem cerca de 20 anos e a Lucy 17 ou 18.&lt;br /&gt;Depois da loja de roupa enorme, a família de Nuno foi-se embora.&lt;br /&gt;Nuno, chau, volta a visitar-nos, já não te víamos há muito tempo e eu fiquei contente de fazeres a viagem à nossa conta, agora vai, tenho de ir fazer o jantar. &lt;br /&gt;Despediram-se. A despedida custou imenso ao Nuno que não via os pais à muito tempo, o seu pai, sabendo perfeitamente o que Nuno o sentia pois conhecia-lo à 32 anos, decidiu dar-lhe uma recompensa para que mesmo longe, para que tivesse sempre a presença dos pais:&lt;br /&gt;-Toma, Nuno, esta concha é moldada com o petróleo da maré negra de 1989. É pesada, fura com um berbequim, ata um fio e terás um colar.&lt;br /&gt;Foram todos leva-lo ao aeroporto que ia ao México. Quando a viagem começou Nuno olhou para o outro lado do vidro e viu os pais dele a irem-se embora, tinha sido uma aventura das grandes.&lt;br /&gt;No outro dia chegaram ao México, entraram no carro que estava a escaldar porque um carro desligado este tempo todo numa temperatura exterior de mais de 40ºC é normal que aconteça o tal. &lt;br /&gt;Chegaram de novo ao Egipto, quase por magia, parecia mesmo magia até que… Nuno sentiu necessidade de telefonar para os pais pois não se tinha despedido o suficiente para ir-se embora.&lt;br /&gt;De seguida foram a Tóquio, ao Japão, mas depois começou a sentir cócegas, cada vez mais até que abriu os olhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capitulo VIII - conhecer a Rússia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-Acorda, estás a sonhar, sou eu, a Catarina, tiveste algum pesadelo, mexeste-te tanto durante esta noite, o que se passou – perguntou Catarina depois de estar uma hora a olhar Anha a mexer os braços.&lt;br /&gt;-Tive um sonho muito esquisito, mas agora vou comer, já te conto tudo, passa-me que coisa tão estranha! &lt;br /&gt;Depois de comerem saíram dali, cada vez que andavam mudava o clima, a vegetação, via-se outros animais completamente diferentes até que chegaram a um ponto que se perderam, naquele sítio o mapa estava rasgado.&lt;br /&gt;-Estou a tentar pensar, mas não me consigo lembrar da estrada que temos de seguir para conseguirmos dar uma volta completa à Rússia – disse Beatriz – já sei, temos de seguir por uma “rodovia de gelo” e ir sempre a Norte até encontrar o rio Lena.&lt;br /&gt;-Conta o teu sonho, talvez se conversares fiques melhor, digo eu, não sei – aconselhou Catarina a Anha – conta-me como foi o sonho&lt;br /&gt;-Primeiro estava lá na rua contigo, depois ficou tudo escuro e não conhecia ninguém, vinham duas pessoas na minha direcção e tinha uma história completamente diferente, eram os meus pais, mas no sonho toda a gente tinha um história diferente, o Nuno era do Alasca, a Safira era Egípcia, e sonhei que estávamos num pais, o país dos grandes corações, e daí já não me lembro de nada.&lt;br /&gt;-Tenta, a sério Anha – disse a Catarina&lt;br /&gt;-Só me lembro que fomos para o Egipto, a Safira virtualmente queria que aprendêssemos Egípcio e estivemos numa escola, uma escola onde a professora tinha o teu nome, e por mais estranho que pareça tinha 19 anos. Catarina, tenho uma pergunta para te fazer, porque é que tens um nome Português e és Chinesa, ainda só reparei nisso agora, deve ser por estar a dormir.&lt;br /&gt;-A minha mãe sempre se interessou por línguas estrangeiras, Português foi a língua que mais interessou à minha mãe e leu um livro em língua Portuguesa, sabendo ler, falar e escrever Português e era infantil o livro. Ora ele falava de um cantor que escreveu uma música dedicada a um determinado nome mas era estrangeiro, a minha mãe achou gira a ideia e escreveu um poema dedicado ao nome Catarina, e o livro, mas adiante, dizia que a mãe queria dar o nome da dedicatória da música e a minha mãe também, e deu-me o nome, que mesmo sendo a ideia do livro gostou sempre deste nome Português apesar de no livro a mãe não ter conseguido.&lt;br /&gt;-Já estamos perto do Circulo Polar Árctico, faltam cerca de 50 quilómetros – disse a Beatriz – aqui as temperaturas podem atingir -58ºC no Inverno e 37ºC no Verão. &lt;br /&gt;Passado algum tempo já estavam no Circulo Polar Árctico, com certeza que era o sítio que Anha tinha ido mais a Norte, Catarina tinha visitado já o sítio mais a Norte da Ásia, umas ilhas no pólo Norte.&lt;br /&gt;Marcava 34ºC naquele local mas à Medida que s dirigiam para Norte ia ficando mais frio, a cerca de 15 quilómetros já marcava 30,5ºC e dirigiam-se para Norte, cada vez para Norte, até que chegaram a um rio, nas beiras havia grandes bosques que tinham um clima quente e húmido, era o Rio Lena.&lt;br /&gt;O rio Lena era plano e circulava a grande velocidade, provavelmente com tanta velocidade que até não congelava no Inverno, mas no bosque havia algumas partes que se notava que podiam pertencer a um glaciar, estava calor mas o clima húmido tratou de não dar trabalho a ninguém.&lt;br /&gt;Não dar trabalho no sentido de precisar de creme protector ou perder tempo com o calor, pois conseguia-se ver nevoeiro, e nevoeiro é sinal de humidade, e quando entraram na auto-caravana entraram também numa estrada com uma faixa para cada lado, uma faixa larga e com sinais de perigo de gelo no fundo das estradas, até que chegaram a um mar.&lt;br /&gt;Era o Oceano Glacial Árctico, o oceano que passava no Norte do Canadá, no estado do Nunavut, que passava na Gronelândia, no Norte do Alasca, no Norte da Europa e ali, onde estavam, na Sibéria.&lt;br /&gt;Saíram da auto-caravana, tinham estado em Xangai, depois foram para o centro da República Popular da China e depois passaram no Sul da Sibéria e por fim tinham chegado a uma das pontas mais a Norte da Ásia, um continente que passa do Hemisfério Sul até à zona Árctica.&lt;br /&gt;Depois desceram por um pequeno pinhal húmido até ao mar, colocaram o dedo na água, estava morna, naquelas zonas as temperaturas variam de frio rigoroso, no Inverno a calor intenso, no pico do Verão. Então foram ao carro, marcava 34ºC mas colocaram o termómetro na água e marcava apenas 22ºC.&lt;br /&gt;Entraram de novo, a paisagem era muito bonita, com variedades de aves e outros animais, começaram a andar para Oeste, tinham já pouco tempo para acabar a viagem, iria acabar aqui, mas Anha tinha o número de telefone da Catarina, que pena esta aventura acabar, mas depois dias depois…&lt;br /&gt;O telemóvel da mãe da Catarina toca, mas deixa-o cair ao chão, mas para grande sorte continua a tocar, a mãe da Catarina atende:&lt;br /&gt;-Bom dia, sou a directora da escola de Xangai e venho por este meio informar que a escola fica adiada e o novo ano inicia apenas no inicio de Outubro. Com os melhores cumprimentos, directora da escola.&lt;br /&gt;E por sorte a da Anha fica adiada para uma data assim parecida com esta. Quando já estavam quase na Europa ao longe começaram a ver os montes, estavam a chegar aos montes Urais, uma fronteira natural da Europa com a Ásia. Catarina não tira os olhos do mapa durante o dia em que iam mudar de continente mas Anha não sabia falar Russo, então não percebia nada de nada.&lt;br /&gt;Já estavam um pouco mais a Sul do que estiveram, mas ainda estavam no Circulo Polar Árctico, depois os montes pareciam cada vez maiores.&lt;br /&gt;-Faltam cerca de quantos quilómetros? – perguntou Anha&lt;br /&gt;-Uns cinquenta, mas, por enquanto, ainda continuamos na Ásia. – respondeu a Catarina.&lt;br /&gt;-Onde é que estamos?&lt;br /&gt;-Estamos a chegar aos montes Urais, uma fronteira natural.&lt;br /&gt;-De um pais, estamos a chegar à Noruega ou ao Cazaquistão?&lt;br /&gt;-Não, Anha, estamos a chegar, como tu já disseste, à Europa, é uma fronteira natural para a Europa, apenas isso, nada de países.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-5961661323274390643?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/5961661323274390643/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=5961661323274390643&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/5961661323274390643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/5961661323274390643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2011/03/uma-gigante.html' title='Uma gigante'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-1811677002422791180</id><published>2011-03-25T07:26:00.000-07:00</published><updated>2011-03-25T07:28:43.622-07:00</updated><title type='text'>Uma história que escrevi</title><content type='html'>Esta é uma história que escrevi, acho que foi em Fevereiro.O melhor dia na escola é o seu titulo, e como sempre, tenho de me despedir de vocês, chau e espero que gostem de ler outra das minhas histórias:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luís está, como sempre com aquela cara aborrecida, sempre sozinho e naquela altura estava na terça-feira, ainda pior porque tinha 2 horas de intervalo, mas mais alguém lá estava, alguém com uma voz miudinha, que disse:&lt;br /&gt;-Luís, Luís, não vale a pena estares com esse ar, não te irá adiantar nada, eu também hoje ando assim, não estou lá muito bem - Era a sua melhor amiga, a Mariana, e esteja como esteja estava sempre pronta para ajudar - não de doenças, mas não me sinto lá muito à vontade, como nos outros dias. &lt;br /&gt;-Olá Mariana – disse o Luís – os outros estão-se b-b- borrifando para me fazerem alguma coisa, e sou eu quem lhes dá mais material, fui eu que lhes levei a conhecer geografia de outros países, será que podíamos variar um dia que fosse, ficarem eles com um dia um pouco triste e eu a divertir-me.&lt;br /&gt;-Ouve, na minha opinião devias reflectir isso com mais alguém, compreendo perfeitamente o que estás a passar, também já estive na mesma situação que tu, sabes que o meu irmão também passou por coisas muito violentas quando da minha idade, e da tua, e por isso mesmo estou agora informada dessas circunstâncias. &lt;br /&gt;-Agradeço que me tentes ajudar, mas hoje não há nada que possas fazer por mim, fui eu que salvei os outros de três ou quatro faltas de material, sou eu que não desisto de emprestar canetas mesmo quando elas me desaparecem para sempre, será que estes meus colegas não têm a mínima sensibilidade?!&lt;br /&gt;-Luís, olha para mim, nos meus olhos, agora estamos no 2º ciclo, quando estava na 3ª classe do 1º ciclo estava assim, sozinha, sentada num banco ou até às vezes num muro sem saber o que fazia, mas por muito zangada que estivesse, tal como estou hoje, embora seja um pouco diferente, nunca deixei de estar pronta para ajudar.&lt;br /&gt;-Tens razão, mas esta “guerra”, vai continuar até dia 30 de Fevereiro, a minha forma de divertir é fazer buracos na terra ou atirar berlindes para longe e andar dependentemente da direcção que eles forem.&lt;br /&gt;Luís atirou os berlindes para uma rampa que, anteriormente, era chamada rampa de eternidade e seguiu-a com a amiga, os berlindes desapareceram, depois, os dois amigos sentiram algo na cabeça e só Luís se apercebeu do que era, eram os do 9º ano e tinham apanhado para atirarem para a cabeça de quem os atirou.&lt;br /&gt;-Tu não ligues – disse a Mariana – e quanto a vocês, não têm vergonha de ser conhecidos em toda a escola por: “os detestados”, pensem bem, agora não me incomodem, estou a tentar ajudar um amigo.&lt;br /&gt;-Muito Bem, Mariana, estás mesmo a armar-te em professora, e ainda és uma das mais novas – disse um dos rapazes que estava a fazer parvoíces. &lt;br /&gt;-Mariana, Mariana, estás com o Luís, é que eu estava à tua procura. Estava a pensar que podíamos ir à biblioteca pois acho que uns meninos fizeram disparate então foram mandados embora do computador – era a amiga da Mariana, a Joana&lt;br /&gt;- Já vou, dois minutos, please, agora estou só a acabar uma conversa com o Luís e já vou contigo (…) Luís, não te vou deixar aqui sozinho a pensar nos teus assuntos, vens connosco para a biblioteca pois ainda nos resta um pouco, a não ser que prefiras estar aí a pensar nos teus assuntos.&lt;br /&gt;E lá foram os três, quando chegaram à biblioteca, estavam convencidos que ia correr mal, e foi o que aconteceu, pelo menos no princípio.&lt;br /&gt;-Só para as três e quinze (…) perdão, agora houve uns miúdos que andavam a escrever histórias malucas e a ouvir vídeos não adequados, então tive de os mandar embora, têm dois computadores vagos, mas cuidados, só uma brincadeira que seja e ficam na mesma situação que os outros.&lt;br /&gt;E lá foram, correu lindamente, nada de asneiras, nada de brincadeiras parvas, Joana era a mais velha de toda a turma, já tinha idade para ter privacidade, então teve um computador só para ela, enquanto Luís e Mariana, que eram os mais novos da turma, partilharam o seu computador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-1811677002422791180?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/1811677002422791180/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=1811677002422791180&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/1811677002422791180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/1811677002422791180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2011/03/uma-historia-que-escrevi.html' title='Uma história que escrevi'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-2677922299394515039</id><published>2011-03-25T07:20:00.000-07:00</published><updated>2011-03-25T07:24:39.046-07:00</updated><title type='text'>Outro interesse</title><content type='html'>Para além dos filmes, da escrita e da leitura existe uma coisa que eu adoro e que põe toda a gente de boca aberta: Geografia, adoro e acho fascinante a descrição da Terra, isso também chamado como Geografia Fisica. Sei montes de nomes de localidades de outros paises que me interesso, outros paises que estudo. A Geograifa que eu mais gosto é a Demográfica, também gosto muito do Clima, sei quais as populações das localidades e as temperaturas máximas registadas, por exemplo, a máxima temperatura registada em Portugal foi de 52ºC numa terra alentejana chamada Amareleja, perto da fronteira com Espanha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-2677922299394515039?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/2677922299394515039/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=2677922299394515039&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/2677922299394515039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/2677922299394515039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2011/03/outro-interesse.html' title='Outro interesse'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-6119048347971162027</id><published>2011-03-25T06:35:00.001-07:00</published><updated>2011-03-25T06:43:39.017-07:00</updated><title type='text'>Outros interesses</title><content type='html'>Já sou mais velho. Quando começei a fazer este blog tinha menos, depois ou três anos do que tenho agora. Os meus interesses já não são nem fósseis, nem pontes, nem aquedutos, agora gosto de escrever e de ver filmes, ai, os filmes e os livros, são uma maravilha. Por falar nisso, agora ando a pensar fazer um livro, mas sempre me disseram que em vez de ir logo fazer coisas novas tenho de acabar o que já comecei, ai pois, agora tenhpo-me inspirado numa história que ando a fazer dividida em capitulos, e aqui nesta página vou colocar uma história pequena que fiz há uns meses. Aqui vai, espero que gostem, esqueci-me de informar, o titulo deta história é um sítio que adoro, Amazónia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era uma vez, na Amazónia, dois índios que apanhavam minhocas para lhes picarem com as agulhas da sua mãe coser a roupa.&lt;br /&gt;Um dia encontraram uma gorda, grande, chamada Manhinha, que era amiga de uma grande cobra. A minhoca foi presa numa folha de tabaco gigante, e os meninos já lhe iam começar a picar, quando ouviram um som parecido com psssss, e logo apareceu uma grande cobra, amarela e preta. Era a tal amiga da Manhinha.&lt;br /&gt;A cobra entrou, em silêncio, e disse aos índios que tinha estado o dia todo à procura de jantar e que agora tinha-o encontrado, disse depois que afinal tinha encontrado um melhor, a minhoca. Concordaram, e a cobra levou-a na boca. &lt;br /&gt;A cobra enganou-lhes bastante, porque não ia comer a minhoca, ia-a salvar. A cobra e a minhoca nunca mais se separaram, fizeram um grupo. Um dia, outro animal viu-se aflito, e a cobra foi salvá-lo.&lt;br /&gt;Era um grande cisne branco da cabeça aos pés que estava rodeado de caçadores que o queriam caçar para venderem os seus olhos.&lt;br /&gt;Um dos caçadores tinha nojo de minhocas, e quando a Manhinha se apercebeu, começou a passear na sua mão, o caça dor fugiu de nojo, e os outros dois fugiram de medo da cobra. A cobra subiu a perna do caçador onde estava a Manhinha, e tirou-a de lá. O caçador, cheio de medo da cobra e todo peganhento da minhoca, fugiu dali para Manaus, que ficava a 5 quilómetros daquele local. A cobra e a minhoca encontraram-se, de novo, com outra salvação feita, mas apareceu o pato que lhes agradeceu e pediu se podia fazer parte do grupo e elas deixaram.&lt;br /&gt;Agora, os três, continuaram a andar, mas o índio apanhou outra vez a minhoca, a cobra tentou-se meter, mas também lhe tentaram fazer aquilo, agora tinha de ser outro animal a salvar-lhes, e rápido. Tinha de ser em três segundos, dois, um, mas de repente o índio começou a coçar-se, a coçar-se sem conseguir parar, era a tarântula amiga da cobra, que raspou s seus pelos fez comichão ao índio. A tarântula estava acompanhada com outra cobra do mesmo tamanho que a amiga da minhoca. Os índios nunca mais se aproximaram de grupos de animais, e o grupo, o grupo fez uma casa numa árvore e todos os animais que eram dele construíram os seus próprios quartos, a tarântula e a outra cobra também se juntaram a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-6119048347971162027?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/6119048347971162027/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=6119048347971162027&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/6119048347971162027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/6119048347971162027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2011/03/outros-interesses.html' title='Outros interesses'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-3666898168170080962</id><published>2010-07-15T04:49:00.000-07:00</published><updated>2010-07-15T04:53:59.292-07:00</updated><title type='text'>Um ninho para cegonhas</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/TD72vUp1EuI/AAAAAAAAAEs/YLtXHLvozsk/s1600/2389.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/TD72vUp1EuI/AAAAAAAAAEs/YLtXHLvozsk/s200/2389.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494099888297022178" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eu, um dia, construí com palha, um ninho para um casal de cegonhas, que apareceu no meu quintal num dia quente de primavera. Demorou algum tempo, mas esse tempo que demorou foi bem preenchido. Tinha um termómetro e lá marcava 45 graus. Soei muito, bebi muita água e pus creme protector. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Á hora do almoço as cegonhas foram para lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Puseram 5 ovos e 5 bebés (crias) nasceram. -Devo ter colocado o ninho no sítio certo, em cima da árvore. Estava eu a pensar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-3666898168170080962?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/3666898168170080962/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=3666898168170080962&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/3666898168170080962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/3666898168170080962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2010/07/um-ninho-para-cegonhas.html' title='Um ninho para cegonhas'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/TD72vUp1EuI/AAAAAAAAAEs/YLtXHLvozsk/s72-c/2389.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-9090830310113483445</id><published>2009-11-20T10:37:00.001-08:00</published><updated>2009-11-20T10:47:15.255-08:00</updated><title type='text'>Boneca de Lã</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Neste dia fiz este poema, e gostava de o partilhar convosco.&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/Swbi86DiWNI/AAAAAAAAAEk/hNuccwboae4/s1600/326violet.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/Swbi86DiWNI/AAAAAAAAAEk/hNuccwboae4/s320/326violet.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5406257938708977874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Construí uma boneca &lt;br /&gt;Construída de lã&lt;br /&gt;Naquela manhã.&lt;br /&gt;Usei novelo amarelo&lt;br /&gt;Mais um cor-de-rosa,&lt;br /&gt;Um novelo castanho&lt;br /&gt;A boneca é vaidosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era muito leve, &lt;br /&gt;Cabia na minha mala.&lt;br /&gt;Levei-a para a escola,&lt;br /&gt;E a professora a adorá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Expliquei aos meus colegas, &lt;br /&gt;Como a tinha construído.&lt;br /&gt;Todas as lãs que tinha cortado.&lt;br /&gt;As transformações que a lã tinha sofrido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meus pais não sabiam, &lt;br /&gt;Que tinha levado a boneca à escola.&lt;br /&gt;Mas logo perceberam &lt;br /&gt;Que ela estava na sacola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De noite, muito tarde,&lt;br /&gt;Adormeci e sonhei&lt;br /&gt;Que ela tinha ganho vida,&lt;br /&gt;Que não a tinha posto no armário.&lt;br /&gt;Que ela tinha fugido,&lt;br /&gt;Que tinha novas amigas:&lt;br /&gt;As minhas pantufas,&lt;br /&gt;Que são 2 coelhinhos.&lt;br /&gt;De repente acordei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sonho tinha sido giro,&lt;br /&gt;Queria ter ficado a dormir.&lt;br /&gt;Não há motivo para ter medo,&lt;br /&gt;Dos sonhos não vou fugir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No outro dia na escola,&lt;br /&gt;Todos me admiravam.&lt;br /&gt;Na escola era feliz,&lt;br /&gt;Quase todos me chamavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um vendedor de brinquedos&lt;br /&gt;Deu-me um conselho.&lt;br /&gt;Dar-lhe abraços e beijos,&lt;br /&gt;Para ela ganhar vida.&lt;br /&gt;E por magia resultou&lt;br /&gt;Dei-lhe abraços e beijos.&lt;br /&gt;E ela ficou com vida,&lt;br /&gt;E agora eu e ela&lt;br /&gt;Somos os melhores amigos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J.M. &lt;br /&gt;Abrunheira 19.11.2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-9090830310113483445?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/9090830310113483445/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=9090830310113483445&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/9090830310113483445'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/9090830310113483445'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2009/11/boneca-de-la.html' title='Boneca de Lã'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/Swbi86DiWNI/AAAAAAAAAEk/hNuccwboae4/s72-c/326violet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-2149163609482803476</id><published>2009-09-06T07:40:00.000-07:00</published><updated>2009-09-06T09:41:18.681-07:00</updated><title type='text'>Pontes e aquedutos parte II</title><content type='html'>Na primeira página de pontes e aquedutos coloquei no blog fotos.&lt;br /&gt;Agora, vou colocar no blog algumas informações técnicas, que encontrei na Internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Ponte Vasco da Gama&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;br /&gt;Coordenadas:38º45´43´´ N9º02`34``O&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ponte Vasco da Gama é uma ponte sobre o rio Tejo, na área da Grande Lisboa, ligando o Montijo e Alcochete a Lisboa e Sacavém, muito próximo do Parque das Nações, onde se realizou a Expo 98. Inaugurada a 4 de Abril de 1998, a ponte é a mais longa da Europa e é actualmente a 5ª mais extensa de todo o mundo, com os seus 17,3 km de comprimento, dos quais 10 estão sobre as águas do estuário do Tejo.&lt;br /&gt;O vão (comprimento do tabuleiro) do viaduto central é de 420 m. Foi construída a fim de constituir uma alternativa à Ponte 25 de Abril para o trânsito que circula entre o norte e o sul do país na zona da capital portuguesa.&lt;br /&gt;Aquando da sua construção foi necessário tomar especiais cuidados com o impacto ambiental, visto que atravessa o Parque Natural do Estuário do Tejo, uma importante área à escala europeia de alimentação e nidificação de aves aquáticas. Foi também necessário proceder-se ao realojamento de 300 famílias.&lt;br /&gt;O nome da ponte comemora os 500 anos da chegada de Vasco da Gama à Índia, em 1498.&lt;br /&gt;É uma das mais altas construções de Portugal, com 148 m de altura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Perfil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A ponte tem um perfil transversal de 3x3 faixas, ou seja, um total de seis faixas rodoviárias, com um limite de velocidade de 120 km/h. Em dias de vento, chuva ou de céu nebulado, o limite de velocidade é reduzida para 90 km/h.&lt;br /&gt;O número de faixas rodoviárias pode ser alargado para oito, quando o tráfego chegar a uma média diária de 52.000 veículos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="Constru.C3.A7.C3.A3o_e_custo"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Construção e custo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O projeto foi dividido em quatro partes, as quais foram construídas por empresas diferentes, e foi supervisionado por um consórcio independente. Encontraram-se até 3300 trabalhadores em simultâneo com o projecto, o qual constituiu 18 meses de preparação e 18 meses de construção.&lt;br /&gt;A ponte tem uma esperança de vida de 120 anos, tendo sido projetada para suportar velocidades do vento de 250 km/h e resistir a um sismo 4,5 vezes mais forte do que o histórico Terramoto de Lisboa, em 1755, sismo estimado em 8,7 na escala de Richter. As fundações mais profundas, com um diâmetro de 2,2 m, foram conduzidos a uma profundidade de 95 metros abaixo do nível médio do mar.&lt;br /&gt;Devido ao tamanho da ponte, foi necessário tomar em conta a curvatura da Terra, no planeamento correcto, pois em caso contrário, um desvio de 80 centímetros seria verificado em cada extremidade desta.&lt;br /&gt;As pressões ambientais ao longo de todo o projecto resultaram numa preocupação para a preservação dos pântanos existentes por baixo da ponte, assim como a iluminação nocturna da ponte, a qual está inclinada para dentro, de forma a não lançar luz sobre o rio.&lt;br /&gt;O custo da ponte chegou a zero para o Estado, uma vez que foi construído no COT (construção de operar de transferência) ao sistema Lusoponte, um consórcio privado que obteve uma concessão de 40 anos sobre as portagens das duas pontes de Lisboa. A Lusoponte tem 50,4% do capital das empresas portuguesas, 24,8% do capital francês e 24,8% do britânico.&lt;br /&gt;Desde 2008, que a portagem é de 2,25 € por cada automóvel de passageiros, e chega até 10,10 € por camião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;(((((((((((((((((((((((((((((((((((()))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Ponte 25 de Abril&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;br /&gt;Coordenadas: 38º41'27"N 9º10'39"O&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ponte 25 de Abril (primitivamente conhecida como Ponte Salazar, mas com a designação oficial de Ponte Sobre o Tejo) é uma ponte pênsil rodo-ferroviária que liga a cidade de Lisboa à cidade de Almada, em Portugal. A ponte atravessa o estuário do rio Tejo na parte final e mais estreita – o designado gargalo do Tejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A primeira ideia sobre a construção de uma ponte que ligasse a cidade de Lisboa a Almada, situada na margem esquerda do Tejo, remonta ao ano de 1876. Naquela altura, o engenheiro Miguel Pais sugeriu que a sua construção fosse feita entre Lisboa e o Montijo.&lt;br /&gt;Mais tarde, em 1888, um engenheiro norte-americano de nome Lye, propôs que a ponte fosse construída entre a zona do Chiado, no centro de Lisboa, e Almada.&lt;br /&gt;No ano seguinte (1889), dois engenheiros franceses, de nome Bartissol e Seyrig, sugeriram a ligação rodoviária e ferroviária a partir da zona da Rocha Conde de Óbidos, do lado de Lisboa, a Almada. Um ano depois (1890), surgiu uma nova proposta, feita por uma empresa alemã, que propunha a ligação entre a zona do Beato, do lado de Lisboa, e o Montijo. Esta última ideia teve bastante aceitação por parte da opinião pública à época.&lt;br /&gt;Já no século XX, no ano de 1913, o governo português recebeu uma sugestão para a construção de uma ponte, retomando a ligação entre a zona da Rocha Conde de Óbidos e Almada. Esta proposta foi reatada, em 1921, pelo engenheiro espanhol Alfonso Peña Boeuf, chegando o seu projecto a ser discutido no Parlamento português.&lt;br /&gt;Decorria o ano de 1929, quando o engenheiro português António Belo solicitou a concessão de uma via férrea a estabelecer sobre o rio Tejo, a partir da zona do Beato, em Lisboa, e o Montijo. Perante esta iniciativa, o então ministro das Obras Públicas, Duarte Pacheco, acabou por nomear, no ano de 1933, uma Comissão com o fim de analisar a proposta em causa, tendo ele próprio, apresentado, em 1934, uma proposta ao Governo, de que fazia parte, para a construção de uma ponte rodo-ferroviária sobre o Tejo.&lt;br /&gt;Contudo, todas estas propostas acabaram por ser preteridas em favor das obras da Ponte Marechal Carmona, em Vila Franca de Xira, aberta em 1951.&lt;br /&gt;Apenas no ano de 1953 é que o Governo português criou uma comissão com o objectivo de estudar e apresentar soluções sobre a questão do tráfego ferroviário e rodoviário entre Lisboa e a margem sul do Tejo.&lt;br /&gt;Finalmente, em 1958, os governantes portugueses decidiram oficialmente a construção de uma ponte. No ano seguinte, foi aberto um concurso público internacional, para que fossem apresentadas propostas para a construção. Após a apresentação de quatro propostas, o que aconteceu em 1960, a obra foi adjudicada à empresa norte-americana United States Steel Export Company, que, já em 1935, tinha apresentado um projecto para a sua construção.&lt;br /&gt;A 5 de Novembro de 1962 iniciaram-se os trabalhos de construção. Menos de quatro anos após o início destes, ou seja, passados 45 meses, a ponte sobre o Tejo foi inaugurada (seis meses antes do prazo previsto), cerimónia que decorreu no dia 6 de Agosto de 1966, do lado de Almada, na presença das mais altas individualidades portuguesas, entre as quais se destacou o Presidente da República, Almirante Américo de Deus Rodrigues Tomás, o Presidente do Conselho de Ministros, António de Oliveira Salazar e o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, passando a ser chamada Ponte Salazar (ainda que a sua designação legal se mantivesse como sendo Ponte Sobre o Tejo).&lt;br /&gt;O seu custo rondou, preço à época da sua construção, o valor de dois milhões e duzentos mil contos, o que corresponde, sem ajustes à inflação, a perto de 11 milhões de euros.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="A_Revolu.C3.A7.C3.A3o"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;A Revolução&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo a seguir à Revolução de 25 de Abril de 1974, o seu nome foi mudado para Ponte 25 de Abril.&lt;br /&gt;Ainda que projectada para suportar, em simultâneo, tráfego ferroviário e rodoviário, nesta fase só ficou preparada para a passagem de veículos rodoviários. Apenas em 1990, é que o Governo português procedeu à elaboração de um projecto para a instalação do tráfego ferroviário, através da montagem de um novo tabuleiro, alguns metros abaixo do tabuleiro do trânsito rodoviário, já em funcionamento. A 30 de Julho de 1999 foi inaugurada este novo tipo de travessia.&lt;br /&gt;As consequências resultantes desta travessia não se fizeram esperar, desde a sua entrada em funcionamento, designadamente no que se refere à explosão urbanística que surgiu na margem esquerda do Rio Tejo, de Almada a Setúbal, estimulando, igualmente, o crescimento económico e turístico do sul de Portugal, destacando-se, neste caso, a região do Algarve.&lt;br /&gt;Desde o início do seu funcionamento que a circulação rodoviária é intensa, do que resultam situações de congestionamento automóvel diárias. Esclarecedores são os números referentes ao início do ano de 2006: passam na Ponte 25 de Abril sete mil carros, nos dois sentidos, na "hora de ponta" e cento e cinquenta mil, em média, por dia, o que corresponde a mais de 300 mil utilizadores diários.&lt;br /&gt;Também a circulação ferroviária é intensa, correspondendo esta à passagem de 157 comboios, diariamente, nos dois sentidos, transportando estes cerca de oitenta mil passageiros dia.&lt;br /&gt;Só no ano de 2007 foram transportados 22 milhões de utentes pela via ferroviária.&lt;br /&gt;A grandeza e a imponência da Ponte 25 de Abril está bem expressa no facto de, à data da sua inauguração, ser a quinta maior ponte suspensa do mundo e a maior fora dos Estados Unidos da América. Passados quarenta anos, após a sua inauguração, ocupa, agora, o 20º[1] lugar, a nível mundial.&lt;br /&gt;Anualmente, em meados de Março, a ponte é cortada ao trânsito por umas horas para a realização da Meia-Maratona de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;a name="Caracter.C3.ADsticas_t.C3.A9cnicas"&gt;&lt;/a&gt;Características técnicas&lt;br /&gt;Outros dados relevantes sobre a Ponte 25 de Abril, à data da sua inauguração:&lt;br /&gt;1 012,88 metros de comprimento do vão principal&lt;br /&gt;2 277,64 metros de distância de amarração a amarração&lt;br /&gt;70 metros de altura do vão acima do nível da água&lt;br /&gt;190,47 metros de altura das torres principais acima do nível da água (o que a torna a segunda mais alta construção de Portugal e uma das pontes mais altas da Europa, com o viaduto de Millau em França)&lt;br /&gt;58,6 centímetros de diâmetro de cada cabo principal&lt;br /&gt;11 248 fios de aço com 4,87 milímetros de diâmetro, em cada cabo (o que totaliza 54,196 quilómetros de fio de aço)&lt;br /&gt;79,3 metros de profundidade, abaixo do nível de água, no pilar principal, Sul&lt;br /&gt;30 quilómetros de rodovias nos acessos Norte e Sul com 32 estruturas de betão armado e pré-esforçado&lt;br /&gt;Estes resultados foram obtidos com a aplicação de 263 000 metros cúbicos de betão e 72 600 toneladas de aço.&lt;br /&gt;Na ponte sobre o Tejo pode ouvir-se constantemente este som (59s) que corresponde à deslocação dos carros no tabuleiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((())))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Ponte da Lezíria&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ponte da Lezíria, é uma ponte portuguesa sobre o rio Tejoo e rio Sorraia. Situa-se na A10 (Bucelas - Benavente),ligando o Carregado, concelho de Alenquer a Benavente, numa extensão de cerca de 12 quilómetros sendo a 9ª ponte mais extensa do mundo e a 2ª da Europa depois da Ponte Vasco da Gama em Lisboa.&lt;br /&gt;A Ponte da Lezíria situa-se na zona envolvente à Área Metropolitana de Lisboa, permitindo a quem venha do norte em direcção a sul não tenha que passar obrigatoriamente por Lisboa.&lt;br /&gt;A Ponte da Lezíria tem um perfil de 3x3 faixas, e é concessionada em regime de portagem, tendo esta o valor de 1,15 €. Nesta ponte é usado um novo sistema de cobrança de Via verde, em que os portadores do sistema não terão de entrar por vias canalizadas, e em vez disso, passam por baixo de três pórticos, sendo assim o pagamento cobrado.&lt;br /&gt;A inauguração foi a 8 de Julho de 2007[1] com a presença do primeiro-ministro José Sócrates, seguindo-se um arraial popular com José Cid e The Gift.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Construção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ponte da Lezíria foi construída pelo empreendimento empresário TACE.&lt;br /&gt;A construção da Ponte da Lezíria, com um custo de cerca de 220 milhões de euros, foi realizada em 23 meses, tendo sido utilizados 400.000 m3 de betão, 45.000 tons de aço, 3.000 tons de pré-esforço e 52.300 ml de estacas. Foram também necessárias à construção da Ponte, mais de 7 milhões de horas de trabalho, sendo considerada portanto, como a maior obra pública da primeira década do século XXI.&lt;br /&gt;&lt;a name="Ver_tamb.C3.A9m"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; ((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((()))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Ponte Marechal Carmona&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ponte Marechal Carmona também chamada Ponte de Vila Franca de Xira sobre o rio Tejo une Vila Franca de Xira a Porto Alto.&lt;br /&gt;O nome da ponte é uma homenagem a António Óscar de Fragoso Carmona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data de 1924 o primeiro pedido oficial do Município de Vila Franca de Xira para a construção de uma ponte sobre o Tejo junto a esta Cidade, situada sensivelmente entre Santarém e Lisboa e ponto de confluência de algumas estradas que estabelecem a ligação entre o Norte e o Sul. Estas circunstâncias levaram o Ministério das Obras Públicas, por intermédio da Junta Autónoma de Estradas a dar começo ao estudo sobre o problema.&lt;br /&gt;No intuito de pressionar as autoridades para a construção da ponte foi publicado um primeiro artigo no jornal regional Vida Ribatejana, escrito pelo Sr. António Lúcio Baptista, digno vilafranquense que, como presidente do Município e director desse jornal, marcou uma posição relevante no assunto.&lt;br /&gt;A campanha prosseguiu, ainda nesse jornal e, também, com a intervenção do ilustre vilafranquense Sr. José Van-Zeller Pereira Palha, que nunca mais deixou de lutar por tão grande melhoramento e mais ainda quando ocupou a presidência da Câmara. O facto de José Van-Zeller Pereira Palha ser amigo íntimo de Salazar por certo muito ajudou ao bom entendimento demonstrado na altura entre o Governo e os interessados em tão grande obra. Assim, para além da sua deslocação pessoal ao possível espaço por onde iria passar a nova ponte, deslocaram-se também por sua influência os ministros das obras públicas Engenheiro Duarte Pacheco, extremamente conhecido e reconhecido neste domínio, e os Engenheiros Cancela de Abreu e José Frederico Ulrich, este o ministro que mais se dedicou à realização de tal obra.&lt;br /&gt;O Engenheiro Duarte Pacheco afirmou na altura a uma das comissões que se deslocou ao Ministério das Obras Públicas a pedir que fizessem a obra que a ponte seria construída, tendo afirmado também, depois de alguém ter sugerido a ideia do Estado conceder a sua construção e exploração a uma empresa particular que isso não era possível, que ao Estado é que competia construí-la, não havendo, portanto, portagens a pagar, pois ela seria a ligação da estrada de Leste com a do Sul, no Cabo.&lt;br /&gt;Assim deu-se início à fase de estudo e concurso, já que depois da morte do ministro Duarte Pacheco, os engenheiros que ficaram à frente do projecto, Cancela de Abreu e José Frederico Ulrich, eram de opinião contrária à do falecido ministro e a ponte acabou mesmo por ter portagem. Na fase de estudo, principiou-se pela execução de sondagens, não só para determinar as características geológicas dos terrenos do subsolo, mas também para fixar o local mais conveniente à construção da ponte.&lt;br /&gt;Elaborou-se o projecto que serviu de base ao concurso público para a adjudicação da obra, realizado em 29 de Janeiro de 1948. Foram apresentadas diversas propostas que variavam no seu valor entre 111.202.764$00 e 241.618.011$00, havendo concorrentes que apresentaram várias soluções para a realização da obra. Depois de estudadas, foi decidido atribuir ao grupo Sociedade de Empreitadas e Trabalhos Hidráulicos, Lda. e Norman Long &amp;amp; Co., Ltd. a adjudicação da obra em Abril de 1948, que prometia concluir a obra no prazo de 1000 dias pelo preço (incluindo acessos) de 130.000.000$00 — a maior e mais custosa empreitada até à altura adjudicada pelo Estado.&lt;br /&gt;Aquando da construção fez-se na margem direita um complexo nó de ligação à então EN 1, hoje EN 10 e ao que seria, anos mais tarde, a Auto-Estrada Lisboa-Carregado para a qual já havia projectos.&lt;br /&gt;Foi talvez este o mais importante motivo para construir em Vila Franca a travessia do Tejo, para além de, mesmo se a ponte sobre o rio fosse construída em Lisboa, não asseguraria de forma eficaz o trânsito entre as duas margens, principalmente para quem queria apenas deslocar-se no sentido Sul-Norte ou Norte-Sul sem passar pela Capital, até mesmo porque o facto de atravessar o rio em Vila Franca traduzir-se-ia numa poupança de quilómetros. Vila Franca de Xira tornou-se assim o principal ponto de passagem de e para além-Tejo, para mais que ainda não havia em Lisboa qualquer passagem entre margens sem ser de barco.&lt;br /&gt;Foi inaugurada em 30 de Dezembro de 1951 por Craveiro Lopes e Salazar que se deslocaram numa carruagem Landau de 5 vidros, actualmente no Museu de carros de cavalos[1].&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="Caracter.C3.ADsticas"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Características&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem 1224m de comprimento com um tabuleiro central de 524m dividido em cinco vãos de 104m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((()))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Aqueduto das Águas Livres&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Aqueduto das Águas Livres é um complexo sistema de captação, adução e distribuição de água à cidade de Lisboa, em Portugal, e que tem como obra mais emblemática a grandiosa arcaria em cantaria que se ergue sobre o vale de Alcântara, um dos bilhetes postais de Lisboa.&lt;br /&gt;O Aqueduto foi construído durante o reinado de D. João V, com origem na nascente das Águas Livres, em Belas, e foi sendo progressivamente reforçado e ampliado ao longo do século XIX. Resistiu incólume ao Terramoto de 1755.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;História&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que as populações se começaram a instalar na região de Lisboa, que a escassez de água potável foi uma constante. Apesar da existência de um rio no local, o Tejo, a sua água é imprópria para consumo, pois a ampla foz do rio faz com que a água seja contaminada pelo mar, tendo por isso níveis de salinidade inadequados. A única área de Lisboa com nascentes de água era o bairro de Alfama. Com o crescimento da cidade para fora das cercas medievais foi-se instalando uma situação de défice crónico no abastecimento de água. Foi ganhando então força a ideia de aproveitar as águas do vale da ribeira de Carenque, na região de Belas. Estas águas foram primeiramente utilizadas pelos romanos, que aí haviam construído uma barragem e um aqueduto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antecedentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1571, Francisco de Holanda (1517 - 1585) propõe a D. Sebastião (1554 - 1578) na sua obra Da Fábrica que Falece à Cidade de Lisboa que estabelecesse uma rede de abastecimento de água que servisse a cidade de Lisboa, rede essa que tinha já sido iniciada pelos romanos. Os vestígios do aqueduto romano eram ainda suficientes para que tivessem sido considerados, em 1620, para a passagem das Águas Livres de Lisboa. Anos mais tarde, D. Filipe II (1578 - 1621) instituiu o real da água, um imposto sobre a carne e vinho que tinha como objectivo principal o financiamento das obras de construção do sistema de abastecimento de água para a capital. Porém, o projecto não foi sequer iniciado, tendo o dinheiro angariado por esse imposto sido utilizado para ajudar pobres e doentes, e também para financiar a guerra no Brasil e na Índia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="Constru.C3.A7.C3.A3o"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Construção&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupado com a falta de água na cidade, o Procurador da Cidade, em 1728, estabeleceu, à semelhança de D. Filipe II, uma taxa sobre a carne, vinho, azeite e outros produtos alimentares com o intuito de arranjar financiamento para a construção do aqueduto. Um ano depois, em 1729, foram nomeados três homens para a elaboração do plano de construção do sistema que incluiria a construção de um troço monumental do aqueduto sobre o vale de Alcântara. Esses três homens eram António Canevari, arquitecto italiano, o Coronel Engenheiro Manuel da Maia e João Frederico Ludovice, arquitecto alemão, responsável também pelo Convento de Mafra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1731, o Alvará Régio do rei D. João V ditou o início do projecto. Um ano depois, Canevari é afastado da direcção do empreendimento, tendo sido substituido por Manuel da Maia. Este orientou o traçado que o aqueduto deveria seguir desde a nascente até à cidade. O sistema iria terminar num enorme "cálice" a partir do qual sairiam várias condutas que ligariam aos muitos chafarizes espalhados por Lisboa. Optou-se por um aqueduto forte mas não magnífico, fazendo contudo um castelo monumental já dentro da cidade onde chegaria a água, edifício o qual a população poderia melhor apreciar devido à sua proximidade.&lt;br /&gt;Passados cinco anos do Alvará Régio, e as obras ainda não tinham sequer sido iniciadas. Manuel da Maia, então responsável pelo projecto, foi substituido por Custódio Vieira. As obras começaram muito lentamente devido a atritos com os mais altos responsáveis pela obra, tal como prior de S. Nicolau. Em 1740 começou a ser construído o troço mais conhecido e mais visível do aqueduto. Quatro anos depois, em 1744, é finalizado o Arco Grande, e morre Custódio Vieira. A obra passou a ser dirigida pelo húngaro Carlos Mardel, que haveria de ter, após o grande terramoto de 1755, um papel crucial na reconstrução da Baixa Pombalina. Foi ele que decidiu instalar a Mãe d'Água perto do Rato, nas Amoreiras, ao invés da proposta inicial de se localizar em S. Pedro de Alcântara. A solução foi muito questionada e criticada, sobretudo por Ludovice, que queria que o "cálice" fosse construído onde inicialmente tinha sido pensado, mas mesmo assim a obra continuou. Em 1748, com a finalização dos 12 arcos de volta perfeita das Amoreiras, o aqueduto ficou terminado, transportando diariamente cerca de 1300 m3 de água, três vezes mais que a oferta original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Período de funcionamento&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de ter entrado em funcionamento, em 1748, a capacidade do aqueduto foi aumentada devido às crescentes necessidades de água potenciadas pelo crescimento demográfico da cidade. Os sucessivos aumentos do aqueduto, principalmente a montante, com o objectivo de fazer chegar até ele mais água, totalizaram um comprimento de 58 135 metros de galerias subterrâneas e também elevadas.&lt;br /&gt;O caminho público por cima do aqueduto, esteve fechado desde 1853, em parte devido aos crimes praticados por Diogo Alves (o Pancadas), um criminoso que lançava as suas vítimas do alto dos arcos depois de as roubar, simulando um suicídio, e que foi o último decapitado da História de Portugal.&lt;br /&gt;Em 1880, a importância do aqueduto diminuiu bastante devido ao início da exploração das águas do Alviela, através do Aqueduto do Alviela que levava a água até ao reservatório dos Barbadinhos onde a água era elevada com máquinas a vapor, alimentando Lisboa de água potável. O aqueduto manteve-se porém em funcionamento até 1968, tendo sido definitivamente desactivado pela EPAL em 1967.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Actualidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente é possível fazer um passeio guiado pela arcaria do vale de Alcântara. Também é possível, ocasionalmente, visitar o reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras, o Reservatório da Patriarcal e troços do aqueduto geral na região de Belas e Caneças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Características&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O aqueduto das Águas Livres tem início na Mãe d'Água Velha, que recolhia a água da nascente da Água Livre, em Belas, e termina no Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras após um percurso de 14 174 metros.&lt;br /&gt;A extensão da rede de captação e adução, incluindo todos os tributários, foi crescendo até atingir um total de 47 quilómetros, recolhendo água de 58 nascentes. Se ainda se considerarem os 11 quilómetros da rede de distribuição dentro da cidade, o sistema atinge uma extensão total de 58 quilómetros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="Capta.C3.A7.C3.A3o"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Captação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na primeira fase de funcionamento do aqueduto, a captação de águas era feita apenas na nascente das Águas Livres e algumas outras perto do local. O escoamento recolhido era enviado para a Mãe d'Água Velha de onde partia o aqueduto principal. Contudo, devido à crescente necessidade de água da capital a rede de aquedutos tributários do principal alargou-se progressivamente. Esse crescimento verificou-se no aparecimento de novos aquedutos que ligavam ao principal, aos quais estavam ligados uma série de outros aquedutos mais pequenos. De entre os aquedutos que alimentaram o das Águas Livres destacam-se:&lt;br /&gt;Aqueduto do Caneiro&lt;br /&gt;Aqueduto da Mata&lt;br /&gt;Aqueduto das Francesas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Situada em Caneças, a Mãe d'Água Velha recolhia a água que provinha da nascente das Águas Livres. É um edifício cilíndrico de 6 metros de diâmetro no qual era armzenada a água antes de ser lançada para o aqueduto. A Mãe d'Água Nova apareceu aquando da expansão da rede de captação de águas do aqueduto principal. Este servia para armazenar as águas provinientes do aqueduto do Carneiro com o aqueduto da Quintã. A partir deste reservatório parte uma galeria que junta, 425 m abaixo, ao aqueduto das Águas Livres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="Aqueduto_de_Alc.C3.A2ntara"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Aqueduto de Alcântara&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um total de 127 arcos, o troço mais conhecido, e mais visível, do aqueduto das Águas Livres é o que passa sobre o vale de Alcântara. Tem 941 metros de comprimento e é constituído por 21 arcos de volta perfeita e 14 arcos centrais em ogiva.&lt;br /&gt;Carlos Mardel, quando projectou o aqueduto, que viria a ser terminado em 1744, pensou em incluir na estrutura uma passagem que permitisse que os habitantes da cidade podessem atravessar o vale de Alcântara desde Lisboa até Monsanto. Para tal, serviu-se dos 3,5 metros de espessura da estrutura para nela inserir dois caminhos de 66 centímetros de largo, dividido pela galeria que transporta a água. De forma a ligar os dois caminhos existem alguns lanternins que permitem que se passe de um lado para o outro da galeria. Os lanternins têm também uma função arquitetónica bem definida, que é a de cortar um pouco da monotonia visual provocada pela grande e pesada arcaria, dando-lhe um toque de elegância e beleza. Para além dessas duas funções tem ainda outra, que, no que diz respeito à sua verdadeira funcionalidade, é a mais importante — respiradouro; por forma a oxigenar as águas que passam na galeria, o contacto com a atmosfora que os lanternins permitem é fundamental para a qualidade da água transportada.&lt;br /&gt;A opção dos arcos em ogiva foi a solução construtiva mais indicada a escolher devido aos grandes vãos a vencer e também devido à grande altura da estrutura. Portanto, depois de começada a descida em direcção ao fundo do vale de Alcântara, feita através de dezoito arcos de volta redonda, ainda em Monsanto, a arcaria passa a ser em ogiva. Na encosta de Campolide, o aqueduto termina com três arcos de volta perfeita; a não opção de arcos em ogiva deveu-se a Custódio Vieira, que afirmou que altura do aqueduto nesse troço não justificava arcos em ogiva, que eram de execução mais difícil. De referir ainda que as pedras salientes ao longo de todo o aqueduto foram deixadas com um propósito estético, mas foram inicialmente prevista e usadas com apoio para os andaimes de construção da estrutura.&lt;br /&gt;De todos os catorze arcos em ogiva destaca-se um, o Arco Grande. O maior arco da imponente arcaria foi a parte de mais difícil execução neste troço, e talvez de toda a obra. Mede 65 metros de altura e dista 29 metros entre pegões, sendo o maior arco ogival do mundo. Teve de assim ser concebido devido à passagem da ribeira de Alcântara entre os seus pegões. Em caso anteriores da História, optou-se por uma solução mais simples — a sobreposição de arcos — com o objectivo de vencer vãos tão grandes como este; neste caso tal não foi opção, pois destoaria da restante arcaria que atravessa o vale e ao mesmo tempo dá à obra um ar monumental e grandioso. De cada um dos lados do passeio existem duas placas iguais com a seguinte inscrição: Arco Grande/Altura do rio ao passeio/Em palmos: 296,75 - Em metros:65,29/Largura entre Pegões/Em palmos: 131 - Em metros:28,86.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente, debaixo destes arcos passam diversas vias de comunicação. Sob o Arco Grande passa a Av. Calouste Gulbenkian com seis faixas de rodagem. Em 1887 foi inaugurada a linha de caminho-de-ferro, que ligava a estações de Campolide e Rossio, passando por de baixo de um dos arcos e depois entrando no Túnel do Rossio; hoje em dia, por aí também passa a linha de comboio que atravessa a Ponte 25 de Abril. Também o Eixo Norte-Sul, acabado em 1997, com seis faixas de rodagem aí passa; devido à insuficiente largura entre pegões, a via está dividida em dois, passando cada um dos sentidos debaixo de arcos consecutivos.&lt;br /&gt;&lt;a name="Arco_do_Carvalh.C3.A3o"&gt;&lt;/a&gt;Arco do Carvalhão&lt;br /&gt;O troço mais visível do aqueduto, após o atravessamento do vale de Alcântara é o arco do Carvalhão. O conjunto, constituído por quatro arcos de volta perfeita, foi projectado por Custódio Vieira e Carlos Mardel e construído entre 1742 e 1745. Obteve o seu nome devido ao proprietário do terreno, Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal.&lt;br /&gt;Neste troço do aqueduto faz-se a ligação do aqueduto principal à Galeria de Santana, que levava água para Oriente, em direcção a Entrecampos,S. Sebastião e Intendente. Entre dois dos arcos estava situado o chafariz da Cruz das Almas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="Reservat.C3.B3rio_das_Amoreiras"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Reservatório das Amoreiras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente pensada para ser construída entre São Roque e os terrenos do Palácio dos Condes de Soure, a Mãe d'Água foi desenhada por Carlos Mardel. Foram demolidas algumas casas e o solo terraplanado. Acabou por ser edificada em Campolide de Baixo, junto ao Rato por ordem do Marquês de Pombal.&lt;br /&gt;Mardel trabalhou na Mãe d'Água a partir de 1745 até 1763, ano da sua morte. O projecto estava inacabado e foi retomado por Reinaldo Manuel dos Santos (1731 - 1791) em 1772. A alteração de arquitecto fez com que também o desenho do edifício tenha sido alterado, tanto no interior como no exterior. O projecto foi terminado apenas em 1834, já no reinado de D. Maria II, com a construção da cobertura, tendo apenas nessa altura começado a trabalhar em pleno.&lt;br /&gt;A este edifício está anexado um outro, a Casa do Registo, de onde partem duas das principais galerias distribuidoras das Águas Livres, a do Loreto e a da Esperança, para além de uma terceira, mais pequena, que abastece o Chafariz do Rato.&lt;br /&gt;Actualmente esse espaço, integrado no Museu da Água da EPAL, é utilizado para exposições de arte, desfiles de moda e outros eventos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="Distribui.C3.A7.C3.A3o"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Distribuição&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A distribuição da água proviniete do aqueduto era feita através de chafarizes. Na extremidade jusante do aqueduto, a Mãe d'Água das Amoreiras recebia e distribuía a água do aqueduto por galerias e encanamentos que encaminhavam a água para uma rede de chafarizes públicos. Antes ainda de chegar ao centro de Lisboa, o aqueduto alimentava alguns locais, tais como a Falagueira (Amadora), Benfica e São Domingos de Benfica. O facto de entrar em Lisboa pelo lado ocidental a uma cota de 95 m, permitiu a criação de uma extensa rede de chafarizes em toda essa zona da cidade.&lt;br /&gt;Eram quatro as galerias que distribuíam a água na zona da cidade de Lisboa compreendida entre os vales de Arroios e de Alcântara:&lt;br /&gt;Galeria das Necessidades&lt;br /&gt;Galeria da Esperança&lt;br /&gt;Galeria do Loreto&lt;br /&gt;Galeria de Santana&lt;br /&gt;As três primeiras seguiam a partir do Reservatório das Amoreiras, enquanto que a última partia do arco do Carvalhão. O chafariz do Rato e o chafariz da Cruz das Almas eram abastecidos directamente do aqueduto, sem que necessitassem de galerias que transportassem a água até eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((((())))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))))&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Aqueduto da Amoreira – Elvas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(Fonte Guia da Cidade Portalegre)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Aqueduto da Amoreira liga o local da Amoreira à cidade de Elvas. Tem 843 arcos com mais de cinco arcadas e torres de 30 m de altura. Em 1498, a única fonte de abastecimento de água potável, na então Vila de Elvas, era o "Poço de Alcalá", junto da Porta do Bispo, na segunda muralha árabe. O assunto foi levado às Cortes de Évora. Nesse mesmo ano, El Rei D. Manuel, autorizou um imposto que ficou a chamar-se Real d'água" e que consistia no pagamento de um real a mais do que o seu custo, em cada arrátel de carne e de peixe que se comesse em Elvas, e em cada quartilho de vinho que se bebesse, para que com essa verba se começasse a construção do aqueduto. A sua construção decorreu desde 1529, até à data da sua inauguração (simultânea com a Fonte da Misericórdia) em 23 de Junho de 1622. Delineado e dirigido apenas por portugueses (os arquitectos da Casa Real Francisco Arruda, Afonso Álvares e Diogo Marques) e erigido apenas por elvenses, é uma obra ímpar no seu género, em dimensões, grandiosidade, beleza e elegância. A sua extensão, desde a nascente até à Fonte da Misericórdia, é de 7.790 metros e a altura, nos pontos em que as arcadas se sobrepõem em quatro andares, é de 31 metros.&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-2149163609482803476?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/2149163609482803476/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=2149163609482803476&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/2149163609482803476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/2149163609482803476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2009/09/pontes-e-aquedutos-parte-ii.html' title='Pontes e aquedutos parte II'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-5806368480609706239</id><published>2009-08-26T08:02:00.000-07:00</published><updated>2009-09-06T00:33:05.982-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Pontes'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='aquedutos'/><title type='text'>As pontes e os aquedutos</title><content type='html'>Agora, ando apaixonado por pontes. Aquelas que melhor conheço e sei desenhar, são: a Vasco da Gama, a 25 de Abril, a Marechal Carmona (Vila Franca de Xira) e a nova ponte da A10. Sei muitas coisas sobre elas, os comprimentos, as alturas e que estradas elas ligam...&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Também adoro desenhar o Aqueduto da Águas Livres; já várias vezes fui ao início do aqueduto, para conher todos os pormenores. Apesar de não conhecer fisicamente o Aqueduto de Elvas, já o conheço bem das imagens disponíveis na internet.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aqui ficam algumas fotos...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374297294522652274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/SpVW6kVdlnI/AAAAAAAAAEU/NURFROxDWrU/s320/Ponte_25_de_Abril.jpg" border="0" /&gt; &lt;div align="center"&gt;Ponte 25 de Abril (Sentido Norte/Sul)&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374297141996321410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/SpVWxsIWeoI/AAAAAAAAAEM/IztdK3OD234/s320/Picture083.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Ponte Marechal Carmona (Sentido Sul/Norte)&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374297011688140898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/SpVWqGsdcGI/AAAAAAAAAEE/Dr0GbnlyEig/s320/campanha_ponte_leziria_uk.jpg" border="0" /&gt; Ponte da A10 ( Ponte da Lezíria) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374296628179147394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/SpVWTyAymoI/AAAAAAAAAD8/35gZ4GytXGY/s320/1856159.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Ponte Vasco da Gama&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374296336733772386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 215px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/SpVWC0SzGmI/AAAAAAAAAD0/shXXz-5XWRw/s320/800px-Aqueduto_de_Elvas_Henrique_Matos_01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Aqueduto de Elvas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374295980696465714" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/SpVVuF848TI/AAAAAAAAADs/xgv9CTFJ3uM/s320/19.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;Aqueduto das Águas Livres (Lisboa)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-5806368480609706239?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/5806368480609706239/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=5806368480609706239&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/5806368480609706239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/5806368480609706239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2009/08/as-pontes-e-aquedutos.html' title='As pontes e os aquedutos'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/SpVW6kVdlnI/AAAAAAAAAEU/NURFROxDWrU/s72-c/Ponte_25_de_Abril.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-5194502218867678720</id><published>2009-08-26T08:00:00.000-07:00</published><updated>2009-08-26T08:59:20.622-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Terras de Portugal'/><title type='text'>Novos interesses do J. M.</title><content type='html'>Eu, o J.M., tenho novos interesses. Neste momento, interesso-me por terras de Portugal. Querem saber algumas?&lt;br /&gt;-Sim!&lt;br /&gt;-Então cá vai: Almada, Caparica, Palmela, Setúbal, Troia, Comporta, Brejos de Cima, Melides, Santo André... - háháhá, foi giro não foi?&lt;br /&gt;Encontramo-nos na próxima página!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-5194502218867678720?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/5194502218867678720/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=5194502218867678720&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/5194502218867678720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/5194502218867678720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2009/08/novos-interesses-do-j-m.html' title='Novos interesses do J. M.'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-8135906182870246151</id><published>2008-06-10T11:18:00.000-07:00</published><updated>2008-07-17T13:48:43.646-07:00</updated><title type='text'>Os fósseis marinhos</title><content type='html'>Estes fósseis, que eu encotrei em locais diferentes, são da mesma espécie, mas não são iguais. Eu, o J.M., já tenho cerca de 400 f'ósseis e reconheço as várias espécies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://webconstroi.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webcarta.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://websaude.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webescola.net/"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-8135906182870246151?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/8135906182870246151/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=8135906182870246151&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/8135906182870246151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/8135906182870246151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2008/06/os-fsseis-marinhos.html' title='Os fósseis marinhos'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-7625764255293114570</id><published>2008-04-05T11:56:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T02:10:26.765-08:00</updated><title type='text'>Os bronquiópodes</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R_fLnLKWrUI/AAAAAAAAABU/q6wuY5ecI9Q/s1600-h/fo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5185837369811971394" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R_fLnLKWrUI/AAAAAAAAABU/q6wuY5ecI9Q/s320/fo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Alguns dos meus &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;bronquiópodes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;bronquiópodes&lt;/span&gt; fossilizados parecem os actuais moluscos bivalves. Estes fósseis podem ter até cerca de seiscentos milhões de anos. Existem &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;bronquiópodes&lt;/span&gt; de todos os tamanhos, desde poucos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;milímetros&lt;/span&gt; até cerca de 30 centímetros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na minha colecção estes fósseis são os mais comuns, tenho algumas centenas deles, colectados por mim, e tenho também de muitos tamanhos, como podem ver pela amostra nesta fotografia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://webconstroi.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webcarta.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://websaude.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webescola.net/"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-7625764255293114570?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/7625764255293114570/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=7625764255293114570&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/7625764255293114570'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/7625764255293114570'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2008/04/bronquipodes.html' title='Os bronquiópodes'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R_fLnLKWrUI/AAAAAAAAABU/q6wuY5ecI9Q/s72-c/fo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-8220117373582924955</id><published>2008-04-05T11:16:00.000-07:00</published><updated>2008-07-17T13:47:43.844-07:00</updated><title type='text'>O que são os fósseis</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://skywalker.cochise.edu/wellerr/fossil/trilobite/6fssl-trilobite-elrathia-kingi2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://skywalker.cochise.edu/wellerr/fossil/trilobite/6fssl-trilobite-elrathia-kingi2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Trilobite (&lt;a href="http://www.cochise.edu/"&gt;Cochise College&lt;/a&gt; )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Os Fósseis são restos ou vestígios preservados de &lt;a title="Animalia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Animalia"&gt;animais&lt;/a&gt;, &lt;a title="Plantae" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Plantae"&gt;plantas&lt;/a&gt; ou outros &lt;a class="mw-redirect" title="Ser vivo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ser_vivo"&gt;seres vivos&lt;/a&gt; em &lt;a title="Rocha" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha"&gt;rochas&lt;/a&gt;, &lt;a class="mw-redirect" title="Sedimentos" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sedimentos"&gt;sedimentos&lt;/a&gt;, &lt;a title="Gelo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gelo"&gt;gelo&lt;/a&gt; ou &lt;a title="Âmbar" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%82mbar"&gt;âmbar&lt;/a&gt;. Preservam-se como moldes do &lt;a title="Corpo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Corpo"&gt;corpo&lt;/a&gt; ou partes deste, rastros e pegadas. A totalidade dos fósseis e sua colocação nas formações rochosas e camadas sedimentares é conhecido como registro fóssil. A palavra "fóssil" deriva do termo latino "fossile" que significa "desenterrado". A &lt;a title="Ciência" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ci%C3%AAncia"&gt;ciência&lt;/a&gt; que estuda os fósseis é a &lt;a title="Paleontologia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paleontologia"&gt;Paleontologia&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;A geração de fósseis, ao contrário do que se poderia supor, é um fenómeno corriqueiro e que ocorre frequentemente. O registo fóssil contém inúmeros vestígios fossilizados dos mais variados &lt;a title="Organismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Organismo"&gt;organismos&lt;/a&gt; do passado geológico da Terra. Tudo pode fossilizar, até mesmo os restos orgânicos mais delicados e perecíveis. Contudo, a preservação de &lt;a title="Matéria orgânica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mat%C3%A9ria_org%C3%A2nica"&gt;matéria orgânica&lt;/a&gt; ou de restos esqueléticos delicados, uma vez que estes se &lt;a title="Decomposição" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Decomposi%C3%A7%C3%A3o"&gt;decompoem&lt;/a&gt; e são destruídos rapidamente, requer condições de fossilização fora do comum que, por serem especiais, ocorrem na natureza mais raramente. Daí que fósseis de restos destes tipos não sejam frequentes.&lt;br /&gt;Pelo contrário, a preservação de partes esqueléticas biomineralizadas, mais duras e resistentes à decomposição e à erosão, tais como dentes, conchas, carapaças e ossos, é bem mais frequente e, por isso, a esmagadora maioria do registo fóssil é constituída por fósseis deste tipo de restos biológicos. Em qualquer das circunstâncias, para que os restos de um qualquer &lt;a title="Organismo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Organismo"&gt;organismo&lt;/a&gt; fossilizem, é fundamental que estes sejam rapidamente cobertos por &lt;a title="Sedimento" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sedimento"&gt;sedimentos&lt;/a&gt; e enterrados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Origem do texto: &lt;a href="http://wikipedia.com/"&gt;Wikipedia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://skywalker.cochise.edu/wellerr/fossil/trilobite/6trilobite-moroccan183.jpg" border="0" /&gt; Trilobite (&lt;a href="http://www.cochise.edu/"&gt;Cochise College&lt;/a&gt; ) &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://webconstroi.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webcarta.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://websaude.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webescola.net/"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-8220117373582924955?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/8220117373582924955/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=8220117373582924955&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/8220117373582924955'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/8220117373582924955'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2008/04/o-que-so-os-fsseis.html' title='O que são os fósseis'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-6751876094961694663</id><published>2008-02-23T10:11:00.001-08:00</published><updated>2008-11-13T02:10:26.994-08:00</updated><title type='text'>Escorpião  gigante da Malásia</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R8Bh6pDnjQI/AAAAAAAAABM/2O6Tka2AwH8/s1600-h/anos+sandra+004.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170240032302664962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R8Bh6pDnjQI/AAAAAAAAABM/2O6Tka2AwH8/s320/anos+sandra+004.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este escorpião é pouco venenoso, pode ser encontrado na Ásia, particularmente na Malásia, apesar de o seu nome ser gigante, não ultrapassa os doze centímetros de comprimento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://webconstroi.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webcarta.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://websaude.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webescola.net/"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-6751876094961694663?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/6751876094961694663/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=6751876094961694663&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/6751876094961694663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/6751876094961694663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2008/02/escorpio-gigante-da-malsia.html' title='Escorpião  gigante da Malásia'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R8Bh6pDnjQI/AAAAAAAAABM/2O6Tka2AwH8/s72-c/anos+sandra+004.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-539436981599524919</id><published>2008-02-23T09:44:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:10:27.092-08:00</updated><title type='text'>Escaravelho rinoceronte</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R8BgyJDnjPI/AAAAAAAAABE/EHJ-CmtM1pM/s1600-h/anos+sandra+001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5170238786762149106" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R8BgyJDnjPI/AAAAAAAAABE/EHJ-CmtM1pM/s320/anos+sandra+001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Este escaravelho é o &lt;em&gt;Eupatorus gracilícornis,&lt;/em&gt; as suas asas são castanhas claras e parecem ser de madeira. Este animal é originário da Tailândia, existem outros escaravelhos rinoceronte na Ásia e noutros continentes. Este em particular pode atingir os 10 centímetros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se pretenderem ver umas lindas fotos deste animal vivo, podem clicar &lt;a href="http://beetlespace.wz.cz/e_Eupatorus_gracilicornis.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://webconstroi.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webcarta.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://websaude.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webescola.net/"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-539436981599524919?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/539436981599524919/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=539436981599524919&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/539436981599524919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/539436981599524919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2008/02/escaravelho-rinoceronte-eupatorus.html' title='Escaravelho rinoceronte'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R8BgyJDnjPI/AAAAAAAAABE/EHJ-CmtM1pM/s72-c/anos+sandra+001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-4340238199352916297</id><published>2008-02-23T09:37:00.001-08:00</published><updated>2008-11-13T02:10:27.099-08:00</updated><title type='text'>Escorpião amarelo da China</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R8BZ8JDnjOI/AAAAAAAAAA8/jKZEUpXSVvc/s1600-h/1820263479_ff248db73e_m.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este é o primeiro animal da minha colecção de bichos. É originário da china e pode atingir os 6 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;centímetros&lt;/span&gt; de comprimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://webconstroi.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webcarta.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://websaude.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;a href="http://webescola.net/"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-4340238199352916297?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/4340238199352916297/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=4340238199352916297&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/4340238199352916297'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/4340238199352916297'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2008/02/escorpio-amarelo-da-china.html' title='Escorpião amarelo da China'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1238903620152570755.post-9007871592429496611</id><published>2008-02-17T07:33:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:10:27.491-08:00</updated><title type='text'>Olá a todos</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R7iIwpDnjLI/AAAAAAAAAAk/W4tCZ8h-ZhU/s1600-h/blog+018.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R7iHIpDnjKI/AAAAAAAAAAc/FWfX15b1fIs/s1600-h/blog+018.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R7hcm5DnjJI/AAAAAAAAAAU/_HnOORiV43M/s1600-h/18145236.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167982395628424338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R7hcm5DnjJI/AAAAAAAAAAU/_HnOORiV43M/s320/18145236.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#003300;"&gt;Eu sou estudante e nos tempos livres tenho um hobby, coleccionar fósseis e insectos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já tenho uma considerável colecção, algumas centenas de fósseis, que fui colectando com a ajuda da minha irmã MM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos, vou aqui disponibilizando algumas imagens dos fósseis e insectos que já tenho e também das minhas novas aquisições. Espero que gostem e se divirtam com os meus achados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grande parte das minhas peças foram encontradas nas próximidades da minha casa, já que tenho o privilégio de viver num sítio onde posso sair à rua para as minhas colectas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;color:#003300;"&gt;Já os insectos, quase todos fazem parte de uma colecção que se vai construido semanalmente e que é adquirida pela minha avó, religiosamente! Com o tempo, vou ter também os meus exemplares, apanhados e organizados por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta página, serve também para que os meus colegas de turma e professores, possam acompanhar as minhas colecções, porque como já tenho muitas peças, é dificil deslocar todas até à minha escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JM&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5168031392615337154" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R7iJK5DnjMI/AAAAAAAAAAs/VLvcQE1NqKY/s320/blog+018.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#ffff00;"&gt;&lt;a href="http://webconstroi.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;a href="http://webcarta.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;&lt;a href="http://websaude.net/"&gt;.&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;a href="http://webescola.net/"&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/1238903620152570755-9007871592429496611?l=interesses-jm.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://interesses-jm.blogspot.com/feeds/9007871592429496611/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=1238903620152570755&amp;postID=9007871592429496611&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/9007871592429496611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1238903620152570755/posts/default/9007871592429496611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://interesses-jm.blogspot.com/2008/02/ol-todos.html' title='Olá a todos'/><author><name>JM</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01700772031478533374</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_eM172OmJNys/R7hcm5DnjJI/AAAAAAAAAAU/_HnOORiV43M/s72-c/18145236.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
